Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Política

Brasil reclama de ‘lei antidesmatamento’ em carta à UE

Lei estabelece que produtos provenientes de áreas desmatadas após 2020 podem ser impedidos de entrar nos mercados da UE

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Brasil reclama de ‘lei antidesmatamento’ em carta à UE

No final de junho deste ano, entrou em vigor na União Europeia (UE) uma nova legislação voltada para a proteção ambiental e a prevenção do desmatamento, a qual tem o potencial de afetar as exportações de produtos agrícolas e pecuários de várias nações, incluindo o Brasil.

Essa lei estabelece que produtos provenientes de áreas desmatadas após 2020 podem ser impedidos de entrar nos mercados da UE, refletindo um compromisso da União Europeia com a sustentabilidade ambiental e o combate às práticas prejudiciais ao meio ambiente.

Na quinta-feira (7), o Brasil juntamente com outras 17 nações em desenvolvimento, incluindo Argentina, Indonésia, México e Nigéria, enviou uma carta aos líderes da UE protestando contra a mencionada lei. O governo brasileiro considera essa legislação europeia como punitiva e discriminatória, com o potencial de criar desafios significativos para os produtores de bens agrícolas afetados por essa medida.

O Ministério de Relações Exteriores do Brasil reafirmou o compromisso do país em combater o desmatamento e preservar as florestas, especialmente a Amazônia. Contudo, destacou que a UE está sendo acusada de entrar em conflito com princípios do comércio internacional e acordos multilaterais relacionados ao clima e biodiversidade. A crítica central é que a lei europeia não leva em consideração as particularidades e circunstâncias específicas de cada país.

A carta conjunta enviada pelos países em desenvolvimento solicita um diálogo mais aberto e significativo com os países produtores e sugere que a UE faça correções na lei ou, no mínimo, busque mitigar seus impactos prejudiciais por meio de diretrizes de implementação que valorizem adequadamente as práticas sustentáveis locais nas cadeias de valor agrícolas.

A UE determinou que a nova legislação afetará produtos como soja, madeira, café, cacau, carne bovina, óleo de palma e borracha, exigindo que os exportadores comprovem que seus produtos não são provenientes de áreas desmatadas após 31 de dezembro de 2020. A medida reflete o esforço da UE em promover práticas comerciais mais sustentáveis e a proteção dos ecossistemas globais.

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