Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Previsão do Tempo

Chuvas extremas colocam mais de 600 municípios em alerta e devem persistir até o fim do verão

Saiba como chuvas extremas podem afetar mais de 600 municípios. Acompanhe as previsões até o fim do verão e os perigos envolvidos

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Chuvas extremas colocam mais de 600 municípios em alerta e devem persistir até o fim do verão

O excesso de chuva registrado nas últimas horas em Minas Gerais provocou um cenário de calamidade, com deslizamentos de terra, desabamentos de residências e mais de 20 mortes confirmadas nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, além de desaparecidos e milhares de pessoas desabrigadas. O episódio, no entanto, não é isolado e faz parte de um padrão atmosférico que deve seguir atuando em grande parte do país nos próximos dias.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), mais de 600 municípios brasileiros estão sob alerta de “grande perigo” entre esta terça-feira (24/2) e a sexta-feira (27/2). A previsão indica volumes extremos de precipitação, que podem ultrapassar 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia, aumentando significativamente o risco de alagamentos, enxurradas e movimentos de massa.

Segundo o meteorologista Guilherme Borges, da FieldPRO, o cenário atual é resultado da passagem de uma frente fria pelo litoral do Sudeste no último fim de semana. O sistema permaneceu praticamente estacionado, favorecendo a canalização de umidade vinda da região central do país e criando condições ideais para a formação de nuvens do tipo cumulonimbus, associadas a chuvas intensas e tempestades severas.

Embora o verão seja historicamente o período mais chuvoso do ano no Brasil, a intensidade e a frequência das precipitações estão acima da média em amplas áreas do Centro-Oeste e do Sudeste, impulsionadas por uma atmosfera extremamente úmida e temperaturas elevadas. Esse padrão deve se manter não apenas ao longo desta semana, mas também nas próximas, com possibilidade de persistir até o fim do verão, em 20 de março.

Os maiores acumulados previstos concentram-se na faixa centro-norte do país. Minas Gerais e Espírito Santo podem superar os 200 milímetros acumulados no período, enquanto áreas do Pará, Piauí, Pernambuco, Bahia, Goiás e do leste do Mato Grosso também devem registrar volumes elevados. No Sul, o oeste do Rio Grande do Sul aparece como principal área de atenção, embora com acumulados mais modestos em comparação às demais regiões.

Especialistas alertam que a redução mais consistente das chuvas só deve ocorrer com a transição para o outono, quando a atmosfera passa gradualmente a apresentar menor disponibilidade de umidade. Até lá, o risco de novos episódios extremos permanece elevado, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população em áreas vulneráveis.

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