Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Previsão do Tempo

Chuvas extremas colocam mais de 600 municípios em alerta e devem persistir até o fim do verão

Saiba como chuvas extremas podem afetar mais de 600 municípios. Acompanhe as previsões até o fim do verão e os perigos envolvidos

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Chuvas extremas colocam mais de 600 municípios em alerta e devem persistir até o fim do verão

O excesso de chuva registrado nas últimas horas em Minas Gerais provocou um cenário de calamidade, com deslizamentos de terra, desabamentos de residências e mais de 20 mortes confirmadas nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, além de desaparecidos e milhares de pessoas desabrigadas. O episódio, no entanto, não é isolado e faz parte de um padrão atmosférico que deve seguir atuando em grande parte do país nos próximos dias.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), mais de 600 municípios brasileiros estão sob alerta de “grande perigo” entre esta terça-feira (24/2) e a sexta-feira (27/2). A previsão indica volumes extremos de precipitação, que podem ultrapassar 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia, aumentando significativamente o risco de alagamentos, enxurradas e movimentos de massa.

Segundo o meteorologista Guilherme Borges, da FieldPRO, o cenário atual é resultado da passagem de uma frente fria pelo litoral do Sudeste no último fim de semana. O sistema permaneceu praticamente estacionado, favorecendo a canalização de umidade vinda da região central do país e criando condições ideais para a formação de nuvens do tipo cumulonimbus, associadas a chuvas intensas e tempestades severas.

Embora o verão seja historicamente o período mais chuvoso do ano no Brasil, a intensidade e a frequência das precipitações estão acima da média em amplas áreas do Centro-Oeste e do Sudeste, impulsionadas por uma atmosfera extremamente úmida e temperaturas elevadas. Esse padrão deve se manter não apenas ao longo desta semana, mas também nas próximas, com possibilidade de persistir até o fim do verão, em 20 de março.

Os maiores acumulados previstos concentram-se na faixa centro-norte do país. Minas Gerais e Espírito Santo podem superar os 200 milímetros acumulados no período, enquanto áreas do Pará, Piauí, Pernambuco, Bahia, Goiás e do leste do Mato Grosso também devem registrar volumes elevados. No Sul, o oeste do Rio Grande do Sul aparece como principal área de atenção, embora com acumulados mais modestos em comparação às demais regiões.

Especialistas alertam que a redução mais consistente das chuvas só deve ocorrer com a transição para o outono, quando a atmosfera passa gradualmente a apresentar menor disponibilidade de umidade. Até lá, o risco de novos episódios extremos permanece elevado, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população em áreas vulneráveis.

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