As exportações brasileiras de carne suína devem atingir novo recorde em 2002, com volumes 60% superiores aos de 2001.
Volume deve crescer 60%
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Redação SI 05/11/2002 – Com uma projeção de crescimento de 60% em relação ao ano passado, as exportações da indústria brasileira de carne suína devem fechar 2002 atingindo receita de aproximadamente US$ 500 milhões F.O.B., segundo a expectativa da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).
No período de janeiro a setembro deste ano, a receita total de exportações do setor foi de US$ 349 milhões F.O.B., com expansão de 33% sobre o resultado do mesmo período do ano passado. Os embarques totais até setembro atingiram 332.226 toneladas, com crescimento de 75% sobre os volumes do período anterior.O programa estratégico de acesso a novos mercados para as exportações brasileiras de carne suína, com especial destaque para a conquista do mercado russo, tem sido fundamental para esses resultados, diz Cláudio Martins, diretor executivo da Abipecs. O programa garantiu à entidade o prêmio Destaque no Comércio Exterior concedido anualmente pela APEX Agência de Promoção para Exportação, entregue no dia 24 de outubro pelo ministro Pratini de Moraes. Com o apoio da APEX, esse projeto de abertura de novos mercados que colocou o Brasil entre os quatro maiores exportadores mundiais de carne suína.CompradoresA exportação de carne suína brasileira para a Rússia teve início em julho de 2001 e rapidamente transformou o Brasil no principal fornecedor daquele mercado, saindo praticamente do zero para atingir, já no final do ano passado, um total de 151.856 toneladas embarcadas, com receita cambial de US$ 205,921 milhões, ou 57% do total arrecadado pelo setor. Nos nove primeiros meses de 2002, as exportações globais do setor continuaram a crescer e consolidaram a Rússia como o principal importador da carne suína brasileira, respondendo por 80% do total embarcado até setembro. Depois da Rússia, o principal mercado importador em 2002 foi Hong Kong, com 11% do total e outros destinos.De acordo com Cláudio Martins, diretor executivo da Abipecs, o apoio da APEX permitiu ao setor concluir de modo eficiente todas as etapas necessárias à conquista de novos mercados, incluindo o processo de identificação, pesquisas de mercado, envio de missões mistas de empresários e representantes do Governo brasileiro para prospectar o mercado, participações dos exportadores brasileiros em feiras para a divulgação do produto e a vinda de missões veterinárias do país importador para que pudesse ser firmado o acordo sanitário entre os dois países. Ele observa que “o mercado externo para a carne suína brasileira cresceu expressivamente graças a esse programa, mostrando que o suporte de órgãos do Governo é fundamental para estimular o crescimento das exportações por meio de estratégias bem delineadas de acesso a novos mercados”.A Abipecs, diz Martins, deve reforçar seu trabalho no sentido de pulverizar a atual concentração de mercados importadores, buscando atingir particularmente a União Européia, Japão, China, Filipinas, África do Sul, Chile e México.
No período de janeiro a setembro deste ano, a receita total de exportações do setor foi de US$ 349 milhões F.O.B., com expansão de 33% sobre o resultado do mesmo período do ano passado. Os embarques totais até setembro atingiram 332.226 toneladas, com crescimento de 75% sobre os volumes do período anterior.O programa estratégico de acesso a novos mercados para as exportações brasileiras de carne suína, com especial destaque para a conquista do mercado russo, tem sido fundamental para esses resultados, diz Cláudio Martins, diretor executivo da Abipecs. O programa garantiu à entidade o prêmio Destaque no Comércio Exterior concedido anualmente pela APEX Agência de Promoção para Exportação, entregue no dia 24 de outubro pelo ministro Pratini de Moraes. Com o apoio da APEX, esse projeto de abertura de novos mercados que colocou o Brasil entre os quatro maiores exportadores mundiais de carne suína.Compradores
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