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Rússia retoma travas à carne suína de SC

Por meio de sua assessoria de imprensa, a secretaria de Agricultura catarinense informou que foram diagnosticados “resquícios” de focos de novembro de 2002 em quatro cidades do oeste do Estado.

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Redação SI 17/04/2003 – Quinze dias após o governo federal anunciar a reabertura do mercado russo à carne suína de Santa Catarina, as exportações do Estado continuam paradas e a Rússia espera novos esclarecimentos sobre o controle da doença de Aujeszky no rebanho local.

“Estamos negociando com os russos. Pediremos, em 5 de maio, uma nova reunião técnica para tratar do assunto”, disse Maçao Tadano, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, ao Valor. Nessa data, uma missão liderada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, deve visitar a Rússia.

Segundo Tadano, um boletim do governo catarinense, emitido em 31 de março, informou a ocorrência de casos de Aujeszky em quatro municípios e prejudicou as negociações com a Rússia. Três dias antes o governo federal havia anunciado a reabertura russa, durante a visita de uma missão técnica brasileira ao país.

Os embarques de carne suína catarinense estão suspensos desde 24 de dezembro, quando o governo russo alegou risco de contaminação por Aujeszky – doença virótica que causa aborto e problemas respiratórios.

“Estamos conversando com as autoridades sanitárias de Santa Catarina para saber se tratam-se de novos casos ou da conclusão do trabalho de erradicação”, explicou Tadano.

Resquícios – Por meio de sua assessoria de imprensa, a secretaria de Agricultura catarinense informou que foram diagnosticados “resquícios” de focos de novembro de 2002 em quatro cidades do oeste do Estado.

A erradicação da doença foi programada em três etapas. Na primeira, finda em janeiro, o governo estadual abateu 115,7 mil animais em propriedades que registraram a doença. Está em andamento a segunda etapa: uma investigação sorológica dos animais situados a 2,5 quilômetros dos focos antigos.

Foi nessas propriedades que o governo estadual encontrou animais que responderam positivamente à doença. Em uma terceira fase, no segundo semestre, será feita uma sorologia por amostragem em todo o Estado. Santa Catarina deve pedir a declaração de zona livre de Aujeszky no fim de 2004.

A secretaria catarinense reconhece os focos, mas nega que os embarques ainda estejam suspensos, e enviou ao Valor uma carta da embaixada da Rússia no Brasil, de 11 de abril, reiterando o sinal verde ao Estado a partir de 1o. de abril.

A Abipecs – Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Carne Suína, contudo, confirma que o sinal segue vermelho. “Ainda estão pendentes informações sanitárias”, afirma Pedro Benur Bohrer, presidente da Abipecs.

No primeiro trimestre, o Brasil exportou 68 mil toneladas de carne suína à Rússia. Segundo Bohrer, as empresas enviaram ao país animais abatidos em outros estados. A maior parte dos embarques ocorreu em janeiro e fevereiro. Desde então, as vendas estavam suspensas, pois o Brasil aguardava o novo sistema de cotas russos, que passou a vigorar em 1o. de abril.

 
 
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