Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Rússia veta reabertura à carne suína de GO

Os suinocultores goianos receberam com indignação a notícia de que a Rússia reabriu as importações apenas para a carne bovina brasileira, mantendo para a carne suína o embargo que vigora desde abril passado.

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Redação (16/11/06) – O presidente da Associação Goiana de Suinocultores (AGS), Eugênio Arantes, cobra maior eficiência da diplomacia brasileira, que sequer manifestou inconformidade com a inexplicável atitude russa de manter o embargo aos produtos da suinocultura goiana.

Não há explicação lógica ou técnica para o país restabelecer as importações de carne bovina, suspensas devido ao surgimento de focos de aftosa no Mato Grosso do Sul no ano passado, mas manter a restrição à carne suína, setor que sequer registrou qualquer ocorrência sanitária.

Pressão

Infelizmente, a situação é emergencial e não podemos esperar pelo término das eleições. Pedimos a mediação do governador no governo federal, no sentido de cobrar dos canais diplomáticos maior pressão para que o governo russo adote uma atitude de isonomia em relação à suinocultura, diz Eugênio Arantes. No caso de Goiás, explica, embora praticamente só a Perdigão comercialize carne suína para o exterior, a retomada das exportações interessa a todo o segmento, porque contribui para o enxugamento do mercado.

O mercado russo, que já respondeu por 64% das importações de carne suína brasileira, mesmo depois do embargo ainda é o destino para mais de 50% do produto.

O presidente da AGS diz que, se persistir o embargo russo, a suinocultura retornará novamente à crise, da qual se livrara há apenas dois meses, quando conseguiu sair do vermelho. Segundo ele, o principal problema do segmento no momento é o aumento dos custos de produção, principalmente em decorrência da elevação dos preços do milho. Em apenas 15 dias, o grão, que representa 70% dos nossos custos de produção, saiu de R$ 15,00 a saca para até R$ 20,00.

Conforme o presidente da AGS, a situação pode inclusive agravar-se nos próximos meses, tendo em vista que a Conab continua mandando o milho goiano para outros Estados.

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