Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Rússia veta reabertura à carne suína de GO

Os suinocultores goianos receberam com indignação a notícia de que a Rússia reabriu as importações apenas para a carne bovina brasileira, mantendo para a carne suína o embargo que vigora desde abril passado.

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Redação (16/11/06) – O presidente da Associação Goiana de Suinocultores (AGS), Eugênio Arantes, cobra maior eficiência da diplomacia brasileira, que sequer manifestou inconformidade com a inexplicável atitude russa de manter o embargo aos produtos da suinocultura goiana.

Não há explicação lógica ou técnica para o país restabelecer as importações de carne bovina, suspensas devido ao surgimento de focos de aftosa no Mato Grosso do Sul no ano passado, mas manter a restrição à carne suína, setor que sequer registrou qualquer ocorrência sanitária.

Pressão

Infelizmente, a situação é emergencial e não podemos esperar pelo término das eleições. Pedimos a mediação do governador no governo federal, no sentido de cobrar dos canais diplomáticos maior pressão para que o governo russo adote uma atitude de isonomia em relação à suinocultura, diz Eugênio Arantes. No caso de Goiás, explica, embora praticamente só a Perdigão comercialize carne suína para o exterior, a retomada das exportações interessa a todo o segmento, porque contribui para o enxugamento do mercado.

O mercado russo, que já respondeu por 64% das importações de carne suína brasileira, mesmo depois do embargo ainda é o destino para mais de 50% do produto.

O presidente da AGS diz que, se persistir o embargo russo, a suinocultura retornará novamente à crise, da qual se livrara há apenas dois meses, quando conseguiu sair do vermelho. Segundo ele, o principal problema do segmento no momento é o aumento dos custos de produção, principalmente em decorrência da elevação dos preços do milho. Em apenas 15 dias, o grão, que representa 70% dos nossos custos de produção, saiu de R$ 15,00 a saca para até R$ 20,00.

Conforme o presidente da AGS, a situação pode inclusive agravar-se nos próximos meses, tendo em vista que a Conab continua mandando o milho goiano para outros Estados.

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