Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

Comércio entre Brasil e Rússia pode crescer até 2010

Após assinatura de acordos, o chanceler brasileiro Celso Amorim e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, previram aumento do comércio bilateral a US$ 10 bilhões anuais, até 2010.

Compartilhar essa notícia

Redação (15/12/06) – Em 2006, o fluxo comercial entre os dois países está em US$ 3,9 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. E o Brasil vende mais para a Rússia do que compra: de janeiro a novembro, as exportações somaram US$ 3,046 bilhões e as importações, US$ 843,4 milhões.  Segundo Amorim, também é importante que os russos vendam mais ao Brasil: “Nossa
intenção é elevar o fluxo de forma equilibrada”.

Entre as principais mercadorias exportadas para a Rússia estão produtos agropecuários, como açúcar, carnes, café e fumo. O Brasil compra dos russos, entre outros produtos, compostos químicos utilizados na produção de adubos e fertilizantes, como uréia, nitrato e fosfato.

A reunião de desta quinta-feira (14), no entanto, terminou sem avanços para o principal problema comercial entre os dois países: o embargo russo às carnes bovina e suína, em vigor há 14 meses por causa das ocorrências de febre aftosa registradas no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Os dois ministros disseram que o assunto não foi discutido.

Maior compradora de carne do Brasil – US$ 1,45 bilhão somente neste ano -, a Rússia mantém o embargo às carnes de quatro estados: Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais. Amorim, no entanto, destacou progressos em relação ao tema: “O embargo para as carnes termoprocessadas [aquecidas durante a industrialização] já está liberado”. O Brasil, acrescentou, deu garantias aos russos de que prossegue com as ações sanitárias nas áreas de controle. 

Os dois ministros também discutiram medidas de cooperação na área de
infra-estrutura, como uma eventual participação da Gazprom (estatal russa de produção de gás) na construção de gasodutos na América do Sul. A Rússia manifestou ainda interesse na troca de tecnologias para a produção de biocombustível.

O ministro Lavrov declarou o apoio russo à inclusão do Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). “Nós lutamos pela reformulação do papel da ONU no mundo. Se a decisão de ampliar o Conselho for tomada, estamos certos de que o Brasil tem qualidades para ocupar uma cadeira permanente”, disse. Com informações da Agência Brasil. (AB)
 

 

Assuntos Relacionados
exportaçãorússia
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329