Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Embargo russo ainda é uma das maiores preocupações

A Rússia está no centro da estratégia de reabertura dos mercados fechados desde a descoberta dos focos de febre aftosa, em 2005.

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Redação (09/01/07) – A partir de 24 de fevereiro, os russos perderão o respaldo do acordo bilateral que permite barrar produtos do Paraná e Santa Catarina. “No dia 23, faz um ano do último comunicado brasileiro sobre os casos de aftosa no Paraná. Pelo acordo, o mercado da Rússia está liberado no dia seguinte”, avalia o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto. 

O acordo prevê a suspensão das vendas por um ano dos Estados onde tenha havido problemas sanitários – e por seis meses nas unidades vizinhas. “Mas precisamos mandar alguém lá”, diz Porto, que admite demora em função da reforma ministerial e da saída de secretários. “A incerteza atrapalha um pouco, mas temos de correr os riscos”. 

Na Rússia, artigo publicado pela agência de notícias RIA Novosti, diz que “importadores [russos] estão confiantes que todas as restrições às importações de carne in natura congelada serão removidas em janeiro”. Segundo o artigo, esta é a “única forma de proceder” porque quase todas as indústrias processadoras de carne da Rússia usam produto brasileiro e estão com seus estoques quase zerados. 

A Rússia deve receber uma missão brasileira ainda neste semestre para tratar da revisão do acordo bilateral, da normalização das exportações de carnes e da criação de um comitê consultivo bilateral.(MZ) 

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