Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil tem até 1 de julho para implantar mudanças na exportação de carnes

De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, o risco da suspensão da exportação de carne bovina para a Rússia foi minimizado.

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Redação (12/06/07) – A retomada das negociações com o Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Federação Russa foi resultado da missão oficial do Mapa, dias 8 e 9 últimos, a Moscou. As medidas exigidas pela Rússia para a manutenção do fornecimento de carne brasileira devem vigorar a partir de 1º de julho, conforme já estabelecido pela Rússia.

Por iniciativa do governo russo, o Ministério da Agricultura do Brasil será responsável pela habilitação, desabilitação e reabilitação de estabelecimentos exportadores de carnes. O sistema deve ser similar ao que já é feito pelo Brasil para os mercados europeu e americano. Anualmente, o Brasil receberá visitas de inspetores russos que farão a auditoria nos estabelecimentos habilitados pelo Mapa. A situação dos 11 frigoríficos que tiveram recentemente a sua habilitação suspensa pelas autoridades russas também será analisada pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

A Rússia apenas autoriza a habilitação de frigoríficos que não abatam animais provenientes de áreas não-habilitadas. Hoje são 56 ao todo, localizados nos estados do Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rondônia e São Paulo. A embalagem primária dos produtos também deve conter selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) desde o estabelecimento de abate. Além disso, a Rússia suspendeu a importação de carnes provenientes de estabelecimentos que se dedicam apenas a desossa e processamento de carnes.

As delegações acordaram na criação de grupo de trabalho composto por membros da Secretaria de Defesa Agropecuária e o Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Federação Russa e, até 1º de novembro deste ano, deve estabelecer um Memorando de Entendimento sobre as condições de fornecimento de mercadorias sujeitas à supervisão veterinária oficial do Brasil para a Rússia. A Rússia exigiu ainda o aumento do controle da tuberculose bovina nas propriedades que abatem animais cuja carne tem como destino a Rússia.

Além disso, devem entrar em vigor, a partir de 1º de julho, os novos itens de segurança nos Certificados Sanitários Internacionais e um sistema de certificação digital desses documentos. “As medidas aumentam a responsabilidade do serviço de inspeção nacional e dos empresários que desejam exportar. Com elas, o padrão sanitário das exportações será elevado”, conclui Kroetz.

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