Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Rio Grande do Sul quer conquistar mercado japonês

As indústrias de carne suína já começaram a se preparar para receber a missão japonesa que virá ao Estado entre 3 e 8 de dezembro.

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Redação (05/11/2007)- A intenção é ingressar no rol dos exportadores do produto para aquele país, que, atualmente, é o maior importador de cortes suínos do mundo. A preocupação reside em provar que a febre aftosa, grande apreensão nipônica, não representa perigo para a suinocultura gaúcha, que é livre da doença sem vacinação.

De acordo com o diretor executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos (Sips), Rogério Kerber, a dificuldade é convencê-los de que o conceito de regionalização para controle da aftosa – como proconiza a Organização Internacional de Epizootias (OIE) – é eficiente. "Agora que eles estão começando a discutir o tema", diz. Por isso, a estratégia da indústria é apresentar aos japoneses outro conceito utilizado pela OIE: o da produção compartimentalizada. O sistema consiste no controle total da produção, que é integrada com as beneficiadoras. "Nossa produção é georreferenciada, o criador recebe assistência e existe organização das informações dentro da cadeia", explica.

Outra argumentação estará baseada na dificuldade de transmissão do vírus da aftosa por meio dos suínos. De acordo com Kerber, embora possam ter a doença, os animais não são seus portadores "subclínicos". "O gado é um portador subclínico da aftosa, pois pode ter o vírus, não manifestar a doença e ainda transmiti-la", justifica. Para isso, a intenção é apresentar um trabalho realizado por dois renomados pesquisadores (um americano e o brasileiro Vitor Salvador Picão Gonçalves), em que consta a análise de risco dos suínos com relação à enfermidade.

Os subsídios estão sendo providenciados. Parte deles será trazida por Kerber na próxima semana, de São Paulo. O dirigente irá à Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) buscar o mesmo material de divulgação distribuído na Rússia e na última feira de Anuga (Alemanha). "Queremos apresentar tudo aos japoneses", diz.

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