Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Exportação

Abipecs otimista

Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, acredita na reabertura do mercado da África do Sul, mas pondera que fim do embargo deve levar algumas semanas.

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O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto, está otimista com a possibilidade de reabertura do mercado importador sul-africano de carne suína, mas não espera uma resposta daquele país nos próximos dias, ao contrário do secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz. Na última sexta-feira (17/07), o secretário mostrou-se confiante com a missão brasileira ao país, que começou ontem (20/07) e se estenderá até quinta-feira e que conta com a participação de Camargo Neto.

“Quero ver se volto de lá com boa notícia, com o mercado reaberto”, comentou Kroetz.

Para o presidente da Abipecs, ainda que a resposta da África do Sul “não seja muito demorada”, é preciso que os técnicos do Ministério da Agricultura local tomem conhecimento dos detalhes atuais da criação de gado bovino e suíno do País. A África do Sul importava produto brasileiro até 2005, quando suspendeu as compras em função de um surto de febre aftosa. Outros países também embargaram a carne nacional, mas já reabriram seus mercados, ficando apenas a África do Sul entre os que mantinham a suspensão.

“As coisas não são assim”, avaliou Camargo Neto. Segundo ele, os técnicos sul-africanos receberam os documentos hoje e precisarão analisá-los com calma. O presidente da Abipecs preferiu não especular a respeito de uma data, mas acredita que a resposta não deverá demorar muito, pois o país já mantém o embargo há quatro anos. “Já ultrapassaram os limites”, disse.

A reunião entre a missão brasileira e os técnicos locais foi cordial, segundo ele. “Havia um problema de relacionamento, de comunicação entre as duas partes”, disse. De qualquer forma, de acordo com Camargo Neto, o cenário é positivo. “Para quem está esperando a reabertura há dois anos, podemos esperar um pouco mais”.

Enquanto o Brasil fica de fora da lista de vendedores de carne suína e bovina para a África do Sul, a União Europeia ganha espaço. Para o presidente da Abipecs, no entanto, isso não será um problema quando o Brasil voltar a exportar para o país porque, segundo ele, o produto brasileiro é mais barato que o do bloco europeu. “A gente vai recuperar o mercado”, previu.

De acordo com a Abipecs, a África do Sul importou do Brasil, em 2005, cerca de 20 mil toneladas de carne suína. “Este é um mercado simbólico, pois a África do Sul foi o último país a reconhecer a sanidade dos animais brasileiros.”

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