Registro de peste suína clássica na ilha de Marajó (PA) pode servir de pretexto para países bloquearem suas compras do produto, diz professor.
PSC pode atrapalhar exportações
Os casos de peste suína confirmados na ilha de Marajó (PA) podem prejudicar as exportações suinícolas brasileiras. A opinião é do professor da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijui,) Argemiro Luís Brum,.
“[Os casos de peste suína] podem causar novamente uma divulgação negativa no mercado internacional e levar alguns países a usar isso como motivo para o bloqueio da venda brasileira de carne suína” afirmou Argemiro, em entrevista hoje (23/07) ao programa Brasil Rural, da Rádio Nacional.
Por enquanto, a peste suína apareceu apenas na ilha de Marajó, mas o fato de ela ter ocorrido novamente no Brasil causa preocupação, segundo Argemiro, “porque o mercado internacional não se preocupa muito em verificar se, geograficamente, as ocorrências se encontram distantes dos principais pontos produtores”. A ilha de Marajó localiza-se no Pará, distante do Sul do País, onde se dá a maior parte da produção suína brasileira. Os casos foram identificados em animais de criação doméstica.
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