Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Exportação

Sem risco para as exportações

Para a Abipecs, o surto de peste suína no Pará não deve afetar as exportações do setor. Camargo Neto diz que foco evidencia erro do País em não erradicar de vez a doença.

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Para a Abipecs, o surto de peste suína no Pará não deve afetar as exportações do setor. Camargo Neto diz que foco evidencia erro do País em não erradicar de vez a doença.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, afirmou hoje (23) que a comercialização da carne de porco para o mercado internacional não deverá sofrer nenhum abalo em virtude dos focos de peste suína detectados em  municípios da ilha do Marajó (Pará). Segundo o dirigente, 100% da carne suína exportada pelo Brasil é produzida em Estados das regiões Sul e Sudeste. Os maiores produtores são Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

“Tivemos no começo do ano um foco no Rio Grande do Norte e não teve reflexo nenhum [nas exportações]. Na Ilha de Marajó não tem efeito. Certamente é um foco em agricultura de subsistência. Não é na região livre da peste suína clássica, que compõe o Centro-Sul do País. Então não nos afeta. Afetaria se tivéssemos algum foco na região livre”, ressaltou Camargo Neto.

Apesar da convicção de que não haverá risco para as exportações, o presidente da Abipecs assinalou que o novo foco evidencia o erro do País em não erradicar de vez a doença.

“Tem havido controle, mas não erradicação. Precisa de mais investimento em defesa sanitária, de um serviço público mais atuante. Como lá [a Região Norte] não é uma região importante para a suinocultura industrial, acaba equivocadamente relegada a segundo plano”, criticou.

Equipes de emergência sanitária, formadas por médicos veterinários e técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), com o apoio da Superintendência Federal de Agricultura do Pará, trabalham na Ilha de Marajó, para combater os focos da peste. Enchentes prejudicam a locomoção das equipes. No município paraense de Afuá já foi confirmado o sacrifício de 44 animais.

Em toda a região, o número de animais mortos deverá atingir mais de uma centena, segundo informou Adriana dos Santos, chefe substituta do serviço de defesa sanitária da superintendência federal.

Camargo Neto: “Tivemos no começo do ano um foco no Rio Grande do Norte e não teve reflexo nenhum nas exportações”

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