Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Fim da recessão

Recuperação da indústria reforça expansão do PIB. Economia brasileira cresceu de 0,8% a 2% do primeiro para o segundo trimestre deste ano.

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O crescimento da indústria no segundo trimestre – de 3,4% ante os três primeiros meses do ano – corrobora as projeções de expansão do PIB no mesmo período e indica que o País saiu da recessão, avaliam especialistas.
As estimativas apontam que a economia brasileira cresceu de 0,8% a 2% do primeiro para o segundo trimestre deste ano, na taxa livre de efeitos sazonais. Na esteira da crise, o PIB havia recuado 3,6% no último trimestre de 2008 e 0,8% nos três primeiros meses deste ano.

Para Marcela Prada, da Tendências Consultoria, as projeções indicam que o País saiu da recessão no segundo trimestre e mantém o crescimento neste terceiro trimestre. A economista vê ainda sinais mais firmes de recuperação no segundo semestre, quando a indústria deve reagir com mais fôlego.

O economista Sérgio Vale, da MB Associados, faz a mesma avaliação. “Está claro que haverá um crescimento e que o País começou a sair da recessão.” O mercado interno aquecido, afirma, vai fazer a indústria acelerar e ampliar a produção do setor de serviços – que se manteve mais dinâmico na crise e impediu uma queda maior do PIB.

Por outro lado, os investimentos serão o destaque negativo, com desempenho fraco na importação e produção doméstica de máquinas e equipamentos e na construção civil.
Apesar da retomada no segundo trimestre, as previsões apontam para um crescimento próximo de zero do PIB no acumulado de 2008. Taís Marzola Zara, da Rosenberg & Associados, aposta numa alta de apenas 0,3%. O Ipea prevê expansão de 0,2% – no limite inferior de sua projeção. Já a Tendência estima uma queda de 0,6%.
Comparado com o segundo trimestre de 2008, o PIB deve ter recuado na faixa de 1% a 1,5%, segundo projeções.

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