Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Suinocultor tem prejuízo no MT

Diferença entre o custo para produzir um quilo de carne e o valor pago ao criador tem diferença de 19%. Acrismat quer fomentar consumo de carne suína.

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A suinocultura de Mato Grosso acumula um prejuízo de 19,04%. O percentual se refere à diferença entre o custo para produzir um quilo de carne, que é de R$ 2,10 e o valor pago ao criador por este mesmo quilo, que é de R$ 1,70. E como se não bastasse, os preços ao consumidor final não acompanham esta tendência, o que faz com que o setor não tenha alternativas para recuperar o déficit. A saída mais viável, a curto prazo, seria aumentar o consumo, decorrente do barateamento no preço da carne.

O presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Luiz Antônio Ortolan Salles, afirma que o suinocultor está passando por uma grave crise e não vê perspectivas de melhoras que não sejam em consequência do fomento ao consumo. Ele conta que a situação foi ainda mais agravada com a pandemia da Influenza A H1N1, chamada também de gripe suína, que retraiu o consumo. “A falta de informação e a forma como foi divulgada a ocorrência da gripe fez com que muitas pessoas deixassem de consumir carne suína, causando mais apreensão ao setor produtivo”.

Para tentar minimizar os efeitos da crise, o presidente diz que a tendência é o abate de matrizes, assim como ocorreu com a pecuária, associado ao abate precoce dos animais. “Se antes o animal era abatido com uma média de 110 kg, agora ele está sendo enviado ao frigorífico com peso entre 95 e 100 kg”. Porém, mesmo com o cenário desfavorável, a entidade promoverá cursos de aperfeiçoamento na criação de suínos e também de tratamento de dejetos, que estão agendados para o mês de outubro. Os treinamentos ocorrerão em Lucas do Rio Verde e Várzea Grande e têm o objetivo de otimizar a suinocultura.

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