Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Economia

Suinocultor tem prejuízo no MT

Diferença entre o custo para produzir um quilo de carne e o valor pago ao criador tem diferença de 19%. Acrismat quer fomentar consumo de carne suína.

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A suinocultura de Mato Grosso acumula um prejuízo de 19,04%. O percentual se refere à diferença entre o custo para produzir um quilo de carne, que é de R$ 2,10 e o valor pago ao criador por este mesmo quilo, que é de R$ 1,70. E como se não bastasse, os preços ao consumidor final não acompanham esta tendência, o que faz com que o setor não tenha alternativas para recuperar o déficit. A saída mais viável, a curto prazo, seria aumentar o consumo, decorrente do barateamento no preço da carne.

O presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Luiz Antônio Ortolan Salles, afirma que o suinocultor está passando por uma grave crise e não vê perspectivas de melhoras que não sejam em consequência do fomento ao consumo. Ele conta que a situação foi ainda mais agravada com a pandemia da Influenza A H1N1, chamada também de gripe suína, que retraiu o consumo. “A falta de informação e a forma como foi divulgada a ocorrência da gripe fez com que muitas pessoas deixassem de consumir carne suína, causando mais apreensão ao setor produtivo”.

Para tentar minimizar os efeitos da crise, o presidente diz que a tendência é o abate de matrizes, assim como ocorreu com a pecuária, associado ao abate precoce dos animais. “Se antes o animal era abatido com uma média de 110 kg, agora ele está sendo enviado ao frigorífico com peso entre 95 e 100 kg”. Porém, mesmo com o cenário desfavorável, a entidade promoverá cursos de aperfeiçoamento na criação de suínos e também de tratamento de dejetos, que estão agendados para o mês de outubro. Os treinamentos ocorrerão em Lucas do Rio Verde e Várzea Grande e têm o objetivo de otimizar a suinocultura.

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