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Comércio Internacional

Aproximação estratégica

Austrália quer fortalecer vínculos com o Brasil. Interesse envolve comércio, cooperação para atuação em terceiros países e discussões para enfrentar a crise internacional.

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Situada no lado oposto do globo e vista, tradicionalmente, como concorrente em mercados como o agrícola e o de minérios, a Austrália está “fortemente determinada” a formar uma aliança com o Brasil, que inclui parcerias em comércio, cooperação para atuação em terceiros países e nas discussões para enfrentar a crise financeira internacional. É o que anunciou o ministro de Relações Exteriores da Austrália, Stephen Smith, que visitou o Brasil nesta semana, e teve encontros com os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e de Relações Exteriores, Celso Amorim.

O comércio entre os dois países aumentou 50% em 2008, para US$ 2,5 bilhões, e os investimentos australianos no Brasil, hoje em torno de US$ 2 bilhões, têm crescido para além de setores tradicionais como minério e agricultura, avançando em setores como energia eólica, com a construção de uma central na Paraíba pela empresa Pacific Hydro, que prevê investimentos de quase US$ 400 milhões em energia “limpa” no País. “Trabalhando bem próximos no G-20 nos convencemos de que temos que fazer muito mais no campo bilateral”, disse Smith ao Valor, em referência ao grupo de países desenvolvidos e em desenvolvimento formado para encontrar saídas para a crise internacional.

O consenso em torno do G-20 como principal instrumento contra a crise é outro ponto em comum entre Brasil e Austrália, diz o ministro australiano. Ele informou que os ministérios da Fazenda dos dois países têm trocado telefonemas para acertar posições comuns a serem levadas à reunião do G-20 em Pittsburgh, Estados Unidos, em setembro. Brasil e Austrália têm saído bem da crise, o que é um feito mais notável para o Brasil, com 200 milhões de habitantes, que para a Austrália, com 20 milhões, compara Smith. Os dois países vão pressionar por uma reforma em instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI), informa.

“A reforma do FMI é uma prioridade, e, em termos gerais, apoiamos a visão de que o FMI tem de refletir a economia mundial, como a emergência da Índia, China e Brasil”, comenta ele. “O Brasil é um poder global, não mais um poder regional, e instituições como o FMI têm de refletir o mundo atual, não o dos anos 40 e 50.”

Smith negociou com Amorim um “Plano de Ação”, para envolver outros ministérios em ações conjuntas, incluindo assessoria tecnológica a terceiros países, como o Timor Leste e nações africanas. Smith diz que os encontros previstos, entre ministros de áreas como Minas e Energia, Agricultura, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente devem dar “massa crítica” para projetos conjuntos dos dois países. Ainda neste ano, o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, virá ao Brasil para formalizar acordos de ação conjunta.

Com 20 mil estudantes brasileiros em território australiano, Smith vê a educação como um dos setores preferenciais para cooperação. Mas defende também para ações conjuntas no agronegócio, tecnologia agrícola e outros projetos em ciência e tecnologia.

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