Para os ministros Stephanes e Minc o modelo desenvolvido pelo Brasil para o zoneamento da cana-de-açúcar será exemplo para o mundo.
Zoneamento da cana
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse na semana passada que o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar é bom não só para o Brasil, mas para todo o mundo. Ao discursar no lançamento do programa, que será encaminhado ao Congresso Nacional por meio de projeto de lei, ele destacou a proibição das queimadas em novas áreas de cultivo de cana.
“A queimada da cana gera três grandes problemas: prejudica a saúde do trabalhador, traz poluição ao planeta e a queima da palha da cana impede que ela possa ser usada como biomassa”, afirmou Minc. De acordo com o zoneamento agroecológico, a expansão do plantio de cana deverá se dar em áreas com declive igual ou inferior a 12%, o que permite a mecanização e elimina a prática das queimadas.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, classificou a iniciativa do governo brasileiro de inédita no mundo, aliando o meio ambiente à sustentabilidade. “Com esse zoneamento, o Brasil dá um exemplo ao mundo, como já dá na matriz energética e com suas florestas, que representam 31% das florestas.”
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Os dois ministros disseram esperar que o projeto de lei seja aprovado pelo Congresso ainda no primeiro semestre do próximo ano, de preferência até abril, quando terá início o período eleitoral.





















