Em 16 unidades da federação e no DF os preços do etanol, entre 25 e 31 de outubro, superaram o patamar de 70% do valor da gasolina.
Etanol perde competitividade
Os preços firmes do álcool combustível reduziram a competitividade do produto em relação à gasolina. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que em 16 unidades da federação e no Distrito Federal os preços do etanol, entre 25 e 31 de outubro, cobrados nas bombas superaram o patamar de 70% do valor da gasolina.
A paridade de 70% é considerada o limite para que o preço do álcool permaneça vantajoso, uma vez que o rendimento do derivado de petróleo é superior ao do etanol.
Na média da última semana de outubro, o preço médio do álcool no País foi de R$ 1,654 por litro, 65,55% do valor de R$ 2,523 cobrado, em média, pela gasolina. Mas na abertura dos dados por Estado, apenas Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins apresentaram preços do álcool vantajosos em relação à gasolina.
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O melhor custo benefício foi de São Paulo, maior produtor do País, onde o preço médio, de R$ 1,504, representava 62,79% do valor de R$ 2,395 cobrado pela gasolina. A pior relação estava em Roraima, onde o preço médio do álcool foi de R$ 2,155, o equivalente a 79,9% dos R$ 2,694 cobrados pela gasolina.
Na sexta-feira, o litro do hidratado encerrou a R$ 0,9469 (sem impostos) no mercado paulista, recuo de 2,07%. O anidro fechou a R$ 1,1216 (sem impostos), ligeira alta de 0,05%, segundo o Cepea.





















