Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,77 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,59 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 181,66 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.175,36 / t
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Suíno

Mais 60 mil toneladas de suíno

Para Faesc, mercado mundial de suíno será ampliado em 2010. Rússia, Vietnã e Filipinas devem importar mais o produto.

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Depois de muito tempo amargando pesados prejuízos, os suinocultores terão, em 2010, um ano de recuperação de renda e revitalização da atividade. A previsão é da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) com base no comportamento do consumo em 2009 e na abertura de novos mercados em 2010.

A grande notícia é que o mercado mundial será expandido em mais 60.000 toneladas de acordo com o vice-presidente Enori Barbieri. As entidades nacionais do agronegócio anunciarão nos próximos dias três movimentos que afetarão e beneficiarão imediatamente a cadeia produtiva da suinocultura brasileira: a Rússia (que enfrenta um surto da temível peste suína africana) ampliará a cota em 20.000 toneladas; o Vietnã anunciará a abertura de seu mercado para 20.000 toneladas de carne brasileira e, da mesma forma, Filipinas comprará 20.000 toneladas em 2010.

O mercado mundial viverá dias de mais tranqüilidade porque os países que mais sofreram com a crise econômica internacional estarão superando essas dificuldades e retomando os níveis normais de consumo. Além disso, o Brasil manterá expectativa de entrar nos mercados da China e EUA no próximo ano.

“Não se trata de puro otimismo. Em 2010 teremos nova demanda internacional e um ajuste interno, o que se refletirá nos preços internos”, enfatiza o vice-presidente.

Na avaliação de 2009, a Faesc concluiu que, em volume, a exportações foram surpreendentes: cresceram de 539.000 (2008) para 600.000 toneladas (2009). As divisas obtidas com as vendas no exterior, entretanto, caíram 35% em razão da queda de preços no mercado internacional e 30% em razão da política cambial. “As indústrias e os criadores pagaram para exportar e muitos produtores tiveram, infelizmente, que abandonar a suinocultura”, expõe Barbieri.

Outra boa surpresa é que o consumo interno médio per capita se manteve em 14 kg/hab/ano, apesar de uma previsão de queda. Poderia ter aumentado se não houvesse acentuada oferta das demais carnes – aves e bovinos – que, literalmente, sobraram no mercado. Por outro lado, o surto de gripe humana, equivocadamente denominada de gripe suína, fez milhares de brasileiros abandonarem o consumo da carne mais saudável do mercado”, lembra o dirigente.

Custos em queda- Enori Barbieri mostra que o ano de 2009 termina com depressão nos preços praticados ao criador, mas os estoques de animais vivos estão baixos e com oferta e demanda ajustadas ao mercado. “Os preços ainda não reagiram porque o mercado está muito abastecido e não ocorreu aumento na renda do consumidor”, explica.

Em contrapartida, o criador encontra custos menores, quadro que melhorará ainda mais em 2010 porque não haverá escassez de milho internamente e o farelo de soja estará com preço em queda em razão da grande oferta mundial.

A produção nacional atingiu, em 2009, mais de 3 milhões 140 mil toneladas de carne suína. Em 2010 deve crescer de 2% a 3%. Santa Catarina, que continua o maior produtor nacional de suínos, atingiu 750.000 toneladas/ano, 25% do que o País produz. “Talvez 2009 tenha nos ensinado uma lição: manter a cadeia equilibrada entre oferta e demanda, o que não ocorreu neste ano, é a melhor solução”, encerra o vice-presidente da Faesc.

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