Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação

Novos mercados para carnes

Stephanes afirma que o Brasil atua para abrir novos mercados internacionais. Carnes são prioridades.

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Novos mercados para carnes

“Temos que continuar aumentando nosso mercado externo”, afirmou, nesta quinta-feira (18), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, ao apresentar as prioridades de exportação do Brasil para 2010. “Hoje, somos grandes exportadores de produtos agropecuários, vendemos para quase 180 países, mas ainda temos mercados a serem abertos”, alertou o ministro.

Segundo Stephanes, as carnes são prioridades para este ano. As negociações para a venda de carne suína ao Japão, China, União Europeia e Croácia vêm sendo intensificadas perante esses potenciais compradores que, somados, podem importar US$ 49,7 bilhões ao ano. Para a carne bovina, o governo brasileiro pretende chegar a mercados como Taiwan, Malásia e Indonésia, que têm a Austrália como principal fornecedora e compram, anualmente, US$ 763 milhões. “A maioria das questões de abertura de mercado já vem sendo tratada há mais de cinco anos e acreditamos que há condições de avançar no sentido comercial”, comentou o ministro.

Barreiras – O México foi o país destacado pelo ministro como um dos mais difíceis de ser acessado. Segundo ele, há três questões que impedem a entrada brasileira: a facilidade logística de importar dos Estados Unidos, o acordo do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), que permite o estreito comércio dos mexicanos; e o desenvolvimento da produção interna. “Poderíamos fornecer carne suína e lácteos, por exemplo, a preços mais competitivos, mas por conta de um mercado ajustado, temos dificuldades”, lamentou. Ainda assim, o Brasil tentará, este ano, conquistar o mercado mexicano com a venda de soja.

A estratégia de ampliação das exportações, em 2010, segundo o ministro, é a persistência. Ele ressaltou, no entanto, que este não é apenas um assunto do Ministério da Agricultura. “O governo tem que remover as barreiras sanitárias e fitossanitárias. Este ano, temos previstas 19 missões de negociações a 23 países. Além disso, vamos promover outras 12 missões comerciais, das quais a iniciativa privada vai participar, porque, cabe a ela efetivar os acordos comerciais com esses novos mercados”, disse.

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