Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suínos

Crescimento da suinocultura

Produção brasileira de suínos cresce 21,8% em cinco anos, junto ao comportamento da demanda interna e das exportações.

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Crescimento da suinocultura

O aumento da renda interna, o crescimento da população e das exportações são os três principais fatores que têm garantido sólida base de expansão da cadeia produtiva. A produção brasileira de carne suína aumentou nos últimos cinco anos 21,8%, acompanhando o comportamento da demanda interna e a crescente participação no mercado mundial, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

No período, a produção industrial de suínos foi a que mais se ampliou (36,7%), enquanto a produção de subsistência (destinada ao auto-consumo nas propriedades, as quais eventualmente vendem algum excedente) registrou queda (-34,1%), indicando que a atividade suinícola no País esta em rápido processo de profissionalização.

Os abates totais, de 2004 a 2009, aumentaram 27,6%, com destaque para os realizados sob Inspeção Federal-SIF, que cresceram 38,8%, enquanto que aqueles com outras certificações diminuíram 3,4%, pois algumas plantas industriais, que tinham certificação estadual, passaram a ter o status federal.

Entre 2004 e 2009, os abates sob SIF passaram de 77,7% para 83,1% dos abates totais, confirmando o avanço das garantias dadas à carne suína brasileira. No período, a produção destinada ao auto-consumo (subsistência) caiu (-17,6%). Esta parcela da produção não é rastreada e, com a sua gradativa redução, os riscos sanitários também se reduziram.

As exportações, de 2004 para 2009, aumentaram apenas 19,0%, pois o potencial de crescimento foi afetado pelas barreiras comerciais impostas pelos principais países importadores. Também contribuíram para esse desempenho o alto nível de subsídios nas exportações da Europa e dos Estados Unidos e, em menor proporção, a melhora na competitividade da produção norte-americana. Em compensação, o mercado interno brasileiro cresceu, no mesmo período, 22,4%, principalmente nos últimos dois anos.

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