Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Agroindústrias

Frangos Panke

Frigorífico ganha status nacional e pode comercializar seus produtos. A Panke tem capacidade para abater até 3 mil frangos por hora.

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Frangos Panke

O Frigorifico Panke, de Rio Pardinho (RS), já pode comercializar seus produtos em todo o Brasil. Na última quarta-feira, ele recebeu o selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi/POA), o que confere um novo status ao abatedouro de aves do interior de Santa Cruz do Sul (RS).

Fundado em 2002 por Hardi Lúcio Panke, o frigorífico iniciou com o abate de 200 animais por dia, com licença para comercializar dentro dos limites do município. Gradativamente, foram realizados investimentos para se adaptar às exigências dos órgãos de fiscalização, culminando com a liberação do Sisbi. Isso permite a venda para qualquer cidade do Brasil. “É um sonho que se concretiza, tanto para minha família como para os nossos colabores”, frisa o empresário.

Hoje, ele conta com 16 funcionários e abate 500 frangos por dia. No entanto, os equipamentos instalados permitem o abate de três mil por hora. Com o selo, explicou que a produção será ampliada de forma gradativa, o que também abrirá novos postos de trabalho. Salientou que, nos últimos meses, já recebeu pedidos de outros municípios gaúchos e, inclusive, do Nordeste e do centro do País.

O Comércio e Indústria de Aves Especiais Ltda. de Rio Pardinho é fiscalizado por técnicos da Prefeitura de Santa Cruz do Sul e auditado por fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As regras, segundo o proprietário, são bastante rígidas. “Mas são importantes, ainda mais quando se busca ampliar o mercado.”

Produção

Além de aumentar o abate, a empresa pretende, nos próximos meses, implantar uma incubadora para a produção de pintos, uma fábrica de ração e criar um sistema integrado com os produtores, o que vai gerar uma nova alternativa de renda para o meio rural. Hoje, por falta de oferta em Santa Cruz, os frangos são adquiridos fora. A intenção de Panke é que sejam criados no interior do município.

Por serem diferenciadas, as aves são abatidas com peso médio de três quilos, obtidos em um período de sessenta a setenta dias, o que garante uma carne mais consistente. O frigorífico ainda oferece galinhas especiais para galinhada. Os produtos são encontrados em 170 pontos de venda do município.

Reforço na diversificação

Para o secretário da Agricultura de Santa Cruz, Ademir João Santin, a certificação recebida pelo abatedouro reforça a proposta de diversificação implantada pela Prefeitura na área da agricultura familiar e abre a possibilidade de novos negócios em nível de região, Estado e País. Avaliou que, com a ampliação do mercado, o frigorífico vai aumentar sua produção, gerando o aumento de empregos e renda para o meio rural e urbano.

Ele ressaltou a importância do acompanhamento direto nos abatedouros locais dos fiscais do Sistema de Inspeção Municipal (SIM), através do técnico Moises Mora e das veterinárias Lúcia Weiss, Amanda Hellfeldt e Jaqueline Hoffman. São eles que observam se as regras exigidas pelo ministério estão sendo cumpridas.

Panke prefere não divulgar o valor dos investimentos realizados, mas salienta que os equipamentos de abate e armazenamento são de primeira linha. Ainda aproveita para agradecer o empenho da Prefeitura de Santa Cruz, através da Secretaria da Agricultura, do consultor e médico veterinário Tiago Pretto, e em especial de sua família e colaboradores.

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