Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Crescimento do BR

Para ex-ministro da Fazenda, Antônio Delfim Netto, Brasil pode crescer até 7,8% em 2010. “País deve aperfeiçoar política econômica”.

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O ex-ministro da Fazenda, Antônio Delfim Netto, estima em até 7,8% o crescimento do país em 2010. O economista foi o palestrante da manhã desta sexta-feira (10) do XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo. Delfim fez análise da conjuntura econômica do País, listou os problemas a serem superados e as perspectivas de expansão para os próximos anos.
  
“O desafio do Brasil é aperfeiçoar a política econômica e tornar o Estado mais eficiente, reduzindo os gastos com custeio para ampliar os investimentos”, afirmou. De acordo com o ex-ministro, na década de 70, a carga tributária brasileira correspondia a 24% do PIB (Produto Interno Bruto), e desse montante arrecadado pelo menos 4% eram utilizados em investimentos. Hoje, a arrecadação de impostos equivale a 36% do PIB e apenas 1,5% retorna na forma de investimento. “O governo precisa ter controle eficaz de suas despesas sem comprometer o crescimento e sem aumentar a carga tributária”, enfatizou.
 
Segundo Delfim, a taxa cambial do país poderia ser mais competitiva e estável para os exportadores se os juros (Selic) não fossem utilizados como mecanismo contra alta inflacionária. “A diferença entre a taxa interna e a externa explica a maioria das oscilações cambiais. Não existe razão para mantermos os juros elevados, em patamar superior a uma taxa real de 4,5%”, afirmou.
  
Delfim defendeu um “esforço imenso” de investimentos na Embrapa e outros institutos de pesquisa, para que o país mantenha-se na ponta no setor de energia renovável, principalmente etanol. “O mundo caminha para o uso mais verde de energia, algo que o Brasil já faz com eficiência e inovação”, disse. Sobre o pré-sal, o ex-ministro o considera um “bônus e uma grande oportunidade de superar os problemas energéticos”, mas faz ressalvas.
  
“Temos que saber usá-lo, principalmente desenvolvendo uma indústria petroquímica, para utilizar de forma nobre nossas reservas, sem a preocupação de tornar o país um grande exportador de petróleo”, concluiu. Ao fim da palestra, Delfim Netto recebeu das mãos do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, a medalha Roberto Rodrigues do Cooperativismo Brasileiro. O dirigente o convidou para participar da rede de professores e estudiosos para o desenvolvimento do setor cooperativista, convite aceito de imediato pelo economista.
 
 A programação da XIII Congresso teve sequência com o painel “O desafio da Inovação”, que foi mediado pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e contou com a participação de cooperados, dirigentes, executivos e colaboradores de cooperativas.
  
Promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o evento que tem como tema “Cooperativismo é sustentabilidade: o desafio da inovação” prossegue até amanhã(11). Com informações da OCB/Ocepar

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