Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Exportação

Preços da carne suína exportada continuam elevados

As exportações de carne suína, em setembro, caíram 14,52% em volume. No entanto, aumentaram quase 6% em valor, totalizando pouco mais de US$ 1 bilhão.

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As exportações de carne suína, em setembro, caíram 14,52% em volume e aumentaram quase 6% em valor. O Brasil exportou 51.012 toneladas no período, em relação a 59.678 toneladas em setembro de 2009. No acumulado do ano, as vendas externas também tiveram leve queda de 8,15% em volume, passando de 448.731 t, nos nove primeiros meses de 2009, para 412.168 t em igual período deste ano.

De janeiro a setembro, as vendas externas de carne suína totalizaram pouco mais de US$ 1 bilhão (US$ 1.009.148 mil), resultado 13,66% superior ao valor obtido entre janeiro e setembro de 2009 (US$ 887.864 mil).

O fator mercado interno – A elevação dos preços internos do suíno e do milho deixa pouca margem de negociação no mercado externo. Isso, associado ao câmbio desfavorável, tira a competitividade do produto brasileiro. Diante dessa situação, os exportadores optam por vender no mercado interno, onde o produto está mais valorizado, explica Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

A produção está praticamente estabilizada ao redor de 3,2 milhões de toneladas. Apesar dos volumes exportados estarem abaixo das expectativas iniciais, as vendas no mercado interno cresceram mais rapidamente do que o esperado, principalmente, para os produtos industrializados, e os estoques estão muito baixos para a época do ano. Preços mais altos da carne bovina no mercado interno cedem espaço para a carne suína e seus derivados.

Preços elevados – As estatísticas de setembro continuam a mostrar tendência de elevação acentuada de preços no mercado externo. Estes subiram quase 24% no mês passado, em comparação com setembro de 2009. O preço médio da tonelada de carne suína, em setembro, ficou em US$ 2.425, em relação a US$ 1.956 em setembro de 2009.

O preço médio, no acumulado deste ano, é de US$ 2.448 a tonelada, em comparação com US$ 1.979 no mesmo período do ano passado, um crescimento de 23,74%.

Os principais mercados do Brasil continuam sendo Rússia, Hong Kong, Ucrânia, Argentina e Angola. Para a Rússia, as vendas caíram em setembro 11,02% em volume (22.812 t) e aumentaram em valor 12,48%.

Abipecs na Rússia – O presidente da Abipecs acompanhará, nesta segunda-feira (dia 11 de outubro), o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, em missão oficial à Rússia, da qual também participarão o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, e o diretor do Departamento Econômico do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Marcio Cozendey.

Embora não seja a reunião final, trata-se de uma importante negociação bilateral no contexto das negociações de entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio – OMC. “Queremos tratamento idêntico ao dispensado aos EUA e à Uniao Europeia. Não aceitamos ser discriminados”, diz Pedro de Camargo Neto. Segundo ele, tal tratamento, sem discriminação, representaria o fim das quotas com origem geográfica que ainda cristalizam o comércio de 15 anos atrás.

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