Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Queda dos grãos

Turbulência no Oriente Médio tira sustentação do trigo, milho e soja na quinta-feira (24/02) na bolsa de Chicago (EUA).

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Queda dos grãos

Uma onda de redução das apostas de fundos de investimentos voltou a determinar a queda das cotações de trigo, milho e soja na quinta-feira na bolsa de Chicago. Movimento semelhante, também vinculado a decisões financeiras derivadas da crise no Oriente Médio e no norte da África, fez os preços despencarem na terça-feira, mas na quarta-feira coberturas de posições haviam recuperado parte das perdas.

Na volta da maré negativa, o trigo sofreu mais. Os contratos com vencimento em maio – que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez – fecharam a US$ 7,8250 por bushel, em baixa de 15,75 centavos de dólar (1,97%). Ainda assim, cálculos do Valor Data apontam para alta de 52,31% em 12 meses.

Os futuros de segunda posição do milho (maio) caíram 0,82%, para US$ 6,9650 por bushel, novamente abaixo da marcante barreira dos US$ 7, mas ainda acumulam valorização de 80,32%, enquanto a segunda posição da soja (maio) registrou queda de 0,17%, para US$ 13,2925 por bushel, e teve os ganhos acumulados reduzidos para 38,03%.

Ainda que as turbulências na Líbia e seus reflexos sobre as cotações do petróleo e outros ativos tenham desviado investimentos das commodities agrícolas nesta semana, analistas estrangeiros e brasileiros acreditam que os fundamentos de oferta e demanda ainda indicam que os mercados de grãos deverão permanecer com preços sustentados pelo menos até a definição dos plantios no Hemisfério Norte na próxima safra (2011/12).

Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja, lembra que mais de 90% da produção mundial de cereais está acima da linha do Equador, onde a semeadura ganhará força em abril e maio. A partir daí começará o tradicional período de “mercado de clima” nas bolsas de grãos, quando o comportamento climático nos principais países produtores do Hemisfério Norte, sobretudo os Estados Unidos, terá forte influência na formação dos preços.

Conforme levantamento divulgado na quinta-feira pelo International Grains Council (IGC), na atual temporada (2010/11) a produção mundial de trigo será de 648 milhões de toneladas, 30 milhões a menos que em 2009/10, e a de milho chegará a 811 milhões de toneladas, queda de 2 milhões de toneladas em igual comparação. Nos dois casos, há queda de estoques.

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