Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Carne Suína

Japoneses no Brasil

Com a vinda de missão japonesa em agosto, Abipecs prevê fase final da abertura de mercados para a carne suína do Brasil.

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Japoneses no Brasil

Com o agendamento de missão veterinária pelo governo do Japão, para a segunda quinzena de agosto, o setor de carne suína entra na fase de conclusão dos inúmeros processos de abertura de mercados iniciados alguns anos atrás. O Japão, maior mercado importador mundial, com cerca de 1,2 milhão de toneladas anuais, já concluiu análise de risco sanitário. Em agosto, a missão veterinária japonesa deverá conhecer in loco a produção e o abate no Brasil, confirmando as informações encaminhadas pelo Ministério da Agricultura (Mapa).

“A nossa avaliação é que a finalização do processo de abertura deve ocorrer com relativa brevidade após essa missão veterinária, possivelmente até o final de 2011. A etapa mais difícil foi concluída”, diz Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Avanços na Coreia – Duas semanas atrás, missão do Mapa visitou Seul, capital da Coreia do Sul. Chefiada pelo secretário de Relações Internacionais, Célio Porto, e com a participação do diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA, Luiz Carlos de Oliveira, e do presidente da Abipecs, a delegação esclareceu dúvidas levantadas pela autoridade sanitária coreana, National Veterinary Research and Quarantine Service – NVQRS. Com isso, concluiu-se importante etapa para a abertura desse mercado, o quinto maior importador mundial, com cerca de 400 mil toneladas anuais.

O processo de abertura, infelizmente, estava paralisado, pois apesar de intensa troca de correspondência, as dúvidas não tinham sido sanadas.

China já abriu seu mercado – O segundo maior importador mundial é a Rússia, o quinto é a Coreia, o sexto, Hong Kong, e o sétimo, a China. Recentemente, a China habilitou três frigoríficos de carne suína do Brasil, iniciando o processo de importações. Foram habilitadas as unidades da Brasil Foods (BRFs) em Rio Verde, Goiás, da Aurora em Chapecó, Santa Catarina, e da Marfrig em Itapiranga, também em Santa Catarina.

Canadá: falta envio de relatório – O Canadá visitou recentemente o Brasil com informações positivas, embora não tenha ainda enviado relatório oficial sobre a visita. Os EUA aprovaram Santa Catarina em novembro de 2010 e a União Europeia deverá visitar novamente Santa Catarina em novembro deste ano.

México: abertura emperrada – Dos seis maiores importadores mundiais, fica faltando a abertura do México, que hoje importa basicamente dos EUA, cerca 700 mil toneladas, devido à proximidade geográfica e ao Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta). O México é o terceiro comprador mundial de carne suína.

“Infelizmente, o México tem se recusado a iniciar negociações sanitárias com o Brasil, numa lamentável atitude para um país que se diz amigo”, diz Pedro de Camargo Neto.

A Abipecs solicitou parecer jurídico sobre possível contencioso na Organização Mundial do Comércio – OMC, a ser encaminhado ao governo brasileiro. “Avaliamos, porém, que no contexto atual, dificilmente o Brasil teria competitividade  para deslocar os EUA daquele importante mercado”, comenta o presidente da Abipecs.

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