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Exportação

Carne para África do Sul

África do Sul reabre portas para carne suína brasileira após retirada de questionamentos na OMC. Governo também abrandou exigências impostas às importações de vinho sul-africano.

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Carne para África do Sul

O Brasil usou mais do que peso político para convencer a África do Sul a reabrir suas fronteiras para a carne suína nacional. Em troca de restabelecer um mercado estimado em US$ 70 milhões anuais, o governo brasileiro retirou dois questionamentos técnicos que pressionavam os sul-africanos na Organização Mundial do Comércio (OMC) e abrandou exigências impostas às importações de vinho sul-africano.

“Finalizamos as negociações. E foi importantíssimo porque é o terceiro mercado que conseguimos abrir para a carne suína nos últimos meses”, afirmou o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, em referência às negociações com EUA e China. O país asiático, porém, ainda não abriu de fato seu mercado. Rossi afirmou haver negociações avançadas com Japão e Coreia do Sul em carne suína.

Para garantir a normalização das relações comerciais em carne suína, justamente em um momento delicado de embargo da Rússia ao produto nacional, o Brasil desistiu de questionar os procedimentos adotados pela África do Sul em reunião bilateral que estava na pauta da OMC. Também deixou de lado a demanda por uma nova rodada de esclarecimentos técnicos dentro do Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da OMC. As duas iniciativas brasileiras, decorrentes da resistência dos sul-africanos à carne suína, deixava aberta a porta para questionamentos similares de terceiros países contra a nação africana.

Ainda mais importante na decisão da África do Sul foi o sinal positivo, com repercussão internacional, da derrubada da última barreira contra o Brasil levantada a partir do surto de febre aftosa que atingiu Paraná e Mato Grosso do Sul, em 2005.

A medida foi considerada um “marco” por Rossi e comemorada como “vitória” pelo setor privado. “Parabenizamos o ministério que soube representar os interesses nacionais, em especial os da suinocultura, corrigindo esta lamentável barreira”, afirmou, em nota, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto. As negociações foram conduzidas pelo diretor de Assuntos Sanitários e Fitossanitários, Otávio Cançado, na capital Pretória, na sexta-feira. Ainda falta a conclusão de trâmites burocráticos, como um modelo de certificado sanitário e critérios, para oficializar a negociação.

Ainda escaldada pelas negativas sul-africanas, a Abipecs mantém um estudo jurídico preliminar sobre a ilegalidade da barreira agora derrubada. O trabalho foi feito pelo mesmo escritório internacional (Sidley Austin) que ajudou a derrubar os subsídios ilegais dos Estados Unidos aos seus produtores de algodão. E poderia subsidiar uma eventual ação do Brasil na OMC.

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