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Suinocultura catarinense em 2011

Os avanços da sanidade e mercado em 2011, que foi um ano de instabilidade para o produtor de suínos.

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Suinocultura catarinense em 2011

Um ano de instabilidade para o produtor de suínos. 2011 começou de forma promissora para os suinocultores catarinenses, mas o mercado mudou os rumos das ações dos produtores e o cenário se reverteu. Os preços pagos foram considerados baixos, o custo de produção se elevou e muitos produtores desistiram da atividade.

A suinocultura, por produzir carne com excelência, com os menores índices de gordura e colesterol, se comparado as carnes de frango e bovina, ainda não é a preferida dos consumidores brasileiros, mas é a mais consumida no mundo. “Depois de muitos anos trabalhando a sanidade, chegamos no momento de conquista, aguardamos a tão sonhada abertura de mercados importantes, como a China, Coréia e União Européia, e nisso tudo, algo fica claro, não há como conquistar mercados sem organização e sanidade”, declara o presidente da Cidasc, Enori Barbieri.

O incentivo ao mercado interno, foi em 2011, a grande expectativa, que será mantida no ano que vem. “Produzimos 750 mil toneladas em Santa Catarina, o mercado de consumo local é 250 mil toneladas, o restante é exportação, por isso precisamos ser competitivos”, acrescenta Barbieri.

Sobre as exportações, a realidade é que o produtor depende principalmente delas para ser recompensado. Segundo o último levantamento da Abipecs – Associação das Indústrias Produtora e Exportadora de Carne Suína do Brasil, divulgado em novembro, o Brasil exportou 5,03% a menos neste ano. Mas o rendimento dessas exportações é superior que o ano passado, em torno de 6,58%. Para 2012, a expectativa é de abertura de novos mercados. Mas para isso, a sanidade precisa ser levada a risca. “É necessário que os produtores catarinenses entendam que o processo de organização dentro da propriedade junto com as entidades seja perfeito, estamos recebendo missões seguidamente, e a sanidade é o principal fator de conquista de mercados”, pontua o presidente da Cidasc.

Outro fator positivo para a suinocultura de 2012 envolve os insumos. A expectativa é que os preços sejam favoráveis aos produtores.  A ACCS pede que os produtores tenham cautela em 2012. Mesmo com cenários positivos, mantenham a produção, sem exceder o mercado, favorecendo os preços.

Metas para 2012
Maior proximidade nos governos Estadual e Federal; Maior representatividade do setor no meio político; Reativar a Câmara Setorial de Grãos e Carne com um representante de cada Regional da ACCS; Eleições Municipais, apoio aos suinocultores candidatos; Novas alternativas para milho Conab; Construção do Museu da Suinocultura; PEDS – Projeto Estadual de Desenvolvimento da Suinocultura; Programa de Gestão de Propriedades Rurais; Projeto Quintais; Projeto Circuito Tela Verde; Bolsa de Suínos; Cursos de Cortes para Açougueiros; Cursos de Culinária Suína para merendeiras; Rastreabilidade suína aos produtores não integrados; Instituir uma assessoria técnica para atender as demandas de frigoríficos.

Segundo a ACCS todos os esforços possíveis serão tomados para mudar a realidade da suinocultura. “Com a casa organizada, para os momentos bons, a tendência é recuperar os prejuízos de 2011. O momento é de ânimo e deslumbra essa recuperação”, finalizou o presidente do Núcleo de Criadores de Suínos de Treze Tílias, Ricardo Pernlochner.

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