Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Carne suína: produção brasileira vai crescer 22% e exportações 28% nos próximos dez anos

São essas as projeções do “Outlook Brasil – Projeções para o Agronegócio”, estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em parceria com o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone).

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Carne suína: produção brasileira vai crescer 22% e exportações 28% nos próximos dez anos

A produção brasileira de carne suína vai crescer 22% nos próximos dez anos. Em 2022, a suinocultura brasileira vai produzir 4,1 milhões de toneladas de carne suína. Desse total, 3,4 milhões de toneladas serão consumidas no mercado interno – cujo consumo deve saltar para 15,7 quilos por habitante ao ano – e 700 mil toneladas serão direcionadas ao mercado internacional. 

São essas as projeções do “Outlook Brasil – Projeções para o Agronegócio”, amplo estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em parceria com o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone) e lançado ontem em São Paulo.   

De acordo com o estudo, entre 2012 e 2022, espera-se que o ritmo de crescimento da produção suinícola atinja 1,8% ao ano. Esse crescimento deve ser absorvido, sobretudo pelo mercado interno, mas as exportações também devem avançar. Segundo o trabalho feito pela Fiesp e Icone, o consumo de carne suína vem ganhando participação na demanda doméstica em relação às carnes bovina e de frango.  Em 2011, por exemplo, a demanda interna avançou 2,1% em relação ao ano anterior, alcançando 14,3 quilos per capita. O estudo projeta para 2022 uma ampliação do consumo interno para 15,7 quilos por habitante ao ano, totalizando um volume de 3,4 milhões de toneladas, um aumento de 23%.      

Comércio internacional – Os embarques de carne suína brasileira para outros países também devem aumentar e sustentar o crescimento futuro da produção. As projeções do Outlook indicam um crescimento de 28% das exportações suinícolas brasileiras nos próximos dez anos. Isso significa o envio de 700,2 mil toneladas de carne suína brasileira para outros mercados em 2022. Esse volume representa uma taxa anual de expansão de 1,3% para o período projetado, equivalente ao observado entre 2002 e 2011. 

O estudo enfatiza que essa projeção não contempla a abertura de novos mercados, como por exemplo os Estados Unidos, que reconheceram o Estado de Santa Catarina como livre de febre aftosa sem vacinação. Isso significa, aponta o estudo, que existe um mercado potencial elevado para a carne suína brasileira, mas que as exportações brasileiras continuarão sendo prejudicadas pelas barreiras comerciais. Em que pese esses percalços, o estudo projeta que, mesmo sem grandes acordos comerciais, haverá aumento da participação brasileira no comércio global de carne suína. Segundo as projeções feitas pela Fisp e pelo Icone, as exportações devem representar 17,2% da produção total brasileira em 2022, contra os 16,4% registrados em 2011. 

A força do Sul – Assim como na avicultura, a região Sul é a mais dinâmica na produção de carne suína e detém uma participação de 60% do total em 2011. Esse percentual vai crescer nos próximos dez anos. As projeções do estudo apontam para uma participação de 61% da região Sul na produção total de suínos em 2022, aumentando a produção para 496 mil toneladas em relação a 2011. Esse avanço significa uma taxa de crescimento anual de 1,8%. Entretanto, a dinâmica regional da suinocultura não deve ser muito diferente do que é hoje, considerando as restrições sanitárias quanto à regionalização das exportações. Com informações do Outlook da Fiesp/Icone.

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