Confiantes na conquista de um mercado cada vez mais interessado em manter a forma, os quase 50 acreanos integrantes da nova cooperativa já estão apostando no filão.
Produtores de suínos apresentam e comercializam animais na Expoacre

Porco não é suíno. É o que diz o presidente da recém-fundada Cooperativa de Suínos do Acre (Suinac), Tommaso Solito. Ele explica: o suíno, diferentemente do porco “caipira”, tem genética definida, é criado em confinamento, com ração balanceada e tem padrão de manejo.
O que resulta, segundo Solito, num animal mais saudável e gera uma carne de qualidade mais elevada para o consumo humano. Em vários países, o rebanho tem sido classificado pelos criadores, nos últimos anos, como suíno light: tem 33% menos colesterol que a carne bovina, muito fósforo e potássio.
A aparência dos animais também é singular. Eles continuam ganhando grandes proporções, mas, no lugar da banha, há muita massa muscular. Quem haveria de supor, os suínos estão “sarados”.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Pequenos Negócios (SEPN) e da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), está apoiando os pequenos produtores dessa cultura, oferecendo o suporte técnico necessário para expandir suas criações.
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Confiantes na conquista de um mercado cada vez mais interessado em manter a forma, os quase 50 acreanos integrantes da nova cooperativa já estão apostando no filão do suíno musculoso de cintura fina.





















