Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Economia

Acordo entre BNDES e governos do Acre e RJ abre caminho para um mercado de carbono no Brasil

Iniciativa busca subsidiar um amplo debate acerca de temas ambientais como água, biodiversidade, entre outros.

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Acordo entre BNDES e governos do Acre e RJ abre caminho para um mercado de carbono no Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Estado do Rio de Janeiro e o Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais do Acre (IMC) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica com o objetivo de estimular o desenvolvimento de um mercado de ativos ambientais no Brasil.

O documento foi assinado na última quinta-feira (21) pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pelo governador do Acre, Tião Viana, e pelo secretário de Estado do Ambiente do Rio, Carlos Minc.

O acordo abre caminho para o desenvolvimento de um mercado de carbono no Brasil e outros ativos poderão ser discutidos. A iniciativa busca subsidiar um amplo debate acerca de temas ambientais como água, biodiversidade, entre outros, e criar as bases para a criação de ativos ambientais referenciados nesses temas, incluindo regulação, padrões, métricas e metodologias, por exemplo.

No Brasil, a estruturação de um mercado de créditos de carbono é um desafio que demandará a criação de padrões de regulação e de métricas específicas para esses ativos.

“O BNDES tem participado ativamente das discussões relativas à criação de um mercado de carbono, tanto sob a ótica ambiental, atuando para fomentar uma economia de baixa emissão, como do ponto de vista de competitividade do setor industrial brasileiro”, disse Coutinho.

Entre as possibilidades criadas a partir do acordo está a estruturação de uma rede de conhecimento, troca de experiências e capacitação para apoiar as empresas a mensurarem, gerirem e reduzirem suas emissões de gases de efeito estufa.

Uma das ações previstas é que o BNDES e os governos do Acre e Rio de Janeiro constituam um grupo de trabalho para discutir temas como a realização de inventários de carbono das empresas. O inventário é um passo necessário para que as companhias possam vir a comercializar créditos de carbono em um futuro mercado de permissões.

Outra etapa é a definição de metas de redução e de como as permissões de emissões de carbono serão distribuídas entre os participantes do mercado. A partir dessa distribuição, as empresas participantes poderão comercializar permissões entre elas ou comprar créditos de carbono de outros projetos.

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