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Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
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Exportação

Exportações para Rússia retomadas no MS

Retomada movimentou cerca de 32 toneladas de cortes bovinos à Rússia.

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Os russos voltaram a comprar carne bovina de Mato Grosso. Mesmo em volume irrisório, diante da capacidade de processamento local, o comércio foi retomado no mês passado e traz a expectativa de que grandes volumes passem a ser negociados nos próximos meses. De meados de novembro em diante, com a chegada do frio no continente europeu, o ritmo dos embarques cai até que sejam temporariamente interrompidos. A efetiva retomada do comércio se deu cinco meses após o fim do embargo, confirmado no final de novembro do ano passado e coloca fim a quase 24 meses de interrupções, que também se estenderam às carnes suínas, mas que no Estado seguem sem demanda daquele país até o momento.

Em abril, os russos importaram 32,5 toneladas de cortes bovinos, carregamento que gerou receita de US$ 95 mil. O volume adquirido é tão inferior aos patamares que vinham sendo registrados antes do embargo, que a movimentação pegou entidades locais de surpresa, como a Associação dos Criadores do Estado (Acrimat) e o Sindicato da Indústria Frigorífica do Estado (Sindifrigo), que desconheciam a movimentação e a origem delas dentro do Estado.

Conforme o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), no mês de abril foram embarcadas 26,15 mil toneladas – tonelada equivalente carcaça (TEC) – uma elevação de 27,15% ante o mês de março, quando o volume exportado foi de 20,56 mil TEC.

Em volume o ranking dos principais destinos da carne mato-grossense é formado pela Venezuela, China, Oriente Médio, União Europeia e Rússia. “O destaque de abril vai para a Rússia que voltou a comprar carne mato-grossense, mesmo que em volume pouco representativo. Além disso, a Venezuela está consolidada como o principal parceiro comercial do Estado com um volume de 8,47 mil TEC em abril de 2013 e um acumulado no ano de 28,71 mil TEC embarcadas para o país. Os demais parceiros com representatividade na pauta bovina foram a China, com 5,28 mil TEC importada, o Oriente Médio, 2,37 mil TEC, e a União Europeia, 1,66 mil TEC”, destaca o Imea. De janeiro a abril deste ano, conforma dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por exemplo, as exportações de carne bovina somaram 155,24 mil toneladas e receita de US$ 353,76 milhões, crescimento anual de 43,59% em cifras.

Há pelo menos três anos, a Rússia era o principal mercado consumidor da carne bovina e suína processada no Estado, mas com as constantes paralisações, perdeu participação para o Oriente Médio e a Venezuela, esta última hoje, responsável por absorver 32% de tudo que foi exportado até o momento. O Estado detém o maior rebanho de bovinos do país, 29 milhões de cabeças e o complexo carne, que incluiu também aves e suínos, é o terceiro segmento mais importante da pauta de exportações.

Embargo – Em 2 de junho de 2011, os russos surpreenderam o mercado brasileiro ao suspender as importações brasileiras de 99% das empresas que tinham negócios com aquele país em três estados. Antes da restrição, a Rússia era o maior consumidor de carnes do Brasil e em Mato Grosso a demanda respondia em 2010, por 93% dos embarques de carne suína.

Ao todo, 85 frigoríficos de Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná ficaram impedidos de dar sequência aos embarques que naquela ocasião já estavam programados. O Serviço Federal de Inspeção Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) argumentou que as unidades não conseguiram atender aos requerimentos da união alfandegária. Entre indústrias de abates e processamento de bovinos, suínos e aves, 21 estavam localizadas em Mato Grosso. Dessas, 17 eram frigoríficos de bovinos – mas deste número apenas 11 plantas estavam em atividade – e o restante de aves e suínos.

De acordo com um levantamento feito no ano passado pelo Imea, a pedido Acrimat, a saída deste importante player do mercado foi sintomática no Estado. Os embarques entre 2011 e 2012 foram reduzidos em 100%.

Nos últimos 21 meses, as exportações de cortes bovinos e suínos se mantiveram porque novos mercados foram buscados e as vendas tiveram êxito, como por exemplo, no Oriente Médio, na Venezuela, em Hong Kong, e principalmente junto à União Europeia.

No final de novembro do ano passado – um ano e cinco meses desde a proibição – o Mapa anunciou a suspensão do embargo sobre Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul, mas desde aquele momento se sabia que a retomada efetiva do comércio levaria um tempo, já que o início do inverno prejudicava o transporte está a Rússia e também para que os novos contratos fossem celebrados, o que no caso de Mato Grosso levou mais cinco meses.

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