Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,59 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,49 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,32 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,32 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,87 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,36 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 190,40 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,45 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,91 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,71 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.292,20 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.167,76 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,52 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 168,91 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 162,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 182,06 / cx
Economia

Real fraco favorece agronegócio, dizem especialistas

Soja e pecuária bovina são os setores mais beneficiados com a alta do dólar frente ao real, diz diretor da Bolsa Brasileira de Mercadorias.

Compartilhar essa notícia
Real fraco favorece agronegócio, dizem especialistas

O agronegócio brasileiro registrou crescimento nos anos em que o dólar se fortaleceu em relação ao real, observou ontem Ivan Wedekin, diretor-geral da Bolsa Brasileira de Mercadorias.

Em debate sobre os efeitos da desaceleração da economia sobre o agronegócio, na Feicorte, Wedekin afirmou que dólar valorizado significa maior receita em reais para um setor com vocação exportadora – sobretudo em segmentos como os da soja e o de carnes.

Segundo ele, o segmento da carne bovina é particularmente beneficiado com a alta do dólar, já que os insumos utilizados na produção são pouco afetados pelo câmbio.

Em contrapartida, ponderou, o câmbio mais fraco afeta os custos de insumos como fertilizantes e defensivos, cujos preços são atrelados ao dólar, e o endividamento das empresas que tomam recursos no exterior.

O diretor da BBM ponderou que, durante os últimos anos em que o dólar ficou mais baixo frente ao real, o agronegócio foi beneficiado pelos altos preços das commodities no mercado internacional – cenário que começou a mudar com a sinalização de recuperação da safra de grãos dos Estados Unidos e a tendência de queda das cotações em dólar em virtude da valorização da moeda americana.

Também presente ao debate, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles disse que o recuo dos preços das commodities agrícolas em dólar é uma das consequências da desaceleração da economia mundial, que tende a gerar uma queda moderada de demanda.

Meirelles, que preside o Conselho Consultivo da J&F (holding que controla o frigorífico JBS), disse que o agronegócio brasileiro não está “imune” à desaceleração, mas se disse otimista sobre as perspectivas de o país se beneficiar do crescente consumo de carnes na China.

Apesar das boas perspectivas para o setor, Wedekin observou que o agronegócio brasileiro não pode perder o patamar de consumo interno em um momento em que não há mais grande potencial de incremento dessa demanda, pois a ascensão das classes sociais ocorreu diante de uma economia estabilizada nos últimos anos. “O país não pode perder o benefício da inflação baixa. É a hora da gestão”, afirmou, referindo-se à necessidade de políticas para “colocar a inflação no lugar”.

Assuntos Relacionados agronegócio
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,59
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,81
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 127,84
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,49
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,32
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,32
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 5,69
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,77
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,87
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,36
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 170,25
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 190,40
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 192,45
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 163,91
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 187,71
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,32
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,33
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.292,20
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.167,76
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 192,52
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 168,91
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 162,43
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 182,06
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341