Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Mercado Externo

Acordo EUA-Europa preocupa agronegócio catarinense

A Europa absorve 20% das exportações brasileiras – grande parte ancorada em produtos do agronegócio, como carnes e grãos.

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Acordo EUA-Europa preocupa agronegócio catarinense

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, retornou preocupado da missão à Europa, organizada pela presidente da Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, encerrada nesta semana: os Estados Unidos e a União Europeia preparam um grande acordo de cooperação e livre-comércio que pode retirar do Brasil um de seus principais mercados.

A Europa absorve 20% das exportações brasileiras – grande parte ancorada em produtos do agronegócio, como carnes e grãos – e eventual perda desse mercado representará bilhões de reais em prejuízo. Os principais contatos da missão à Europa foram mantidos em Genebra (Suíça) e Bruxelas (Bélgica).

            Na raiz desse problema está o mal-amarrado acordo do Mercosul, em razão do protecionismo incentivado por alguns países desse bloco sul-americano. Pedrozo e Kátia voltaram convencidos que o Mercosul é um entrave nas negociações de liberalização do comércio com a União Europeia.  Por isso, utilizarão todos os instrumentos legais e democráticos para mudar o acordo no Mercosul.

O presidente da Faesc teme que eventual aprovação de um acordo de livre comércio entre os Estados Unidos e a União Europeia represente o surgimento de novos desafios internacionais para o Brasil. Pedrozo lembra que o objetivo declarado de americanos e europeus é chegar o mais perto possível de uma área “transatlântica” de livre comércio e usar essa integração para impulsionar a geração de empregos e crescimento econômico.

O dirigente aponta que o resultado pode ser a maior zona de livre comércio do planeta – um gigante reunindo metade do PIB e um terço de todas as trocas comerciais globais. Ainda é cedo para entender até que ponto o acordo poderia fazer produtores de outros países perderem mercados americanos e europeus para concorrentes locais.

No caso do Brasil, há muita convergência nas pautas de exportação brasileiras para os EUA e para a Europa – o que limitaria o impacto do acordo. É possível que setores específicos possam sofrer com a concorrência de rivais do Norte nesses mercados, dependendo dos termos e perfil do acordo.

José Zeferino Pedrozo acrescenta que, além das tarifas, EUA e Europa também pretendem reduzir as barreiras não-tarifárias ao comércio (regulamentações que encarecem os negócios) e facilitar investimentos bilaterais.

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