Só na parte de grãos, Paranaguá opera com déficit de 30% na oferta de capacidade.
Gargalos emperram Paranaguá

Lider na exportação de grãos e importação de fertilizantes, o porto de Paranaguá (PR) é uma das áreas mais atraentes aos investimentos necessários para zerar o déficit na capacidade de movimentação de cargas que prejudica o comércio exterior brasileiro. No entanto, para agilizar esses projetos é preciso acabar com os gargalos que impedem os avanços.
Investidores cobram melhorias de gestão e menos burocracia na aprovação dos empreendimentos. Só na parte de grãos, Paranaguá opera com déficit de 30% na oferta de capacidade.
Luiz Fayet, membro do Conselho de Autoridade Portuária de Paranaguá, afirma que há momentos em que os usuários têm de fazer “vaquinha” para resolver os problemas. “Para evitar paradas, as empresas que usam a estrutura pública se cotizam para bancar pequenas manutenções e evitar a demora com as licitações”.
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Na semana passada, havia 86 navios na barra à espera de vaga, e para 30 a 35 deles o problema era justamente a falta de capacidade de recepção no porto.





















