Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

BNDES muda regras para financiar vencedores de licitações de energia

Definida ampliação do prazo de amortização para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e usinas movidas a biomassa de 16 anos, para 20 anos.

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BNDES muda regras para financiar vencedores de licitações de energia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou novas condições de financiamento para projetos vencedores dos leilões de energia elétrica, que serão realizados este ano. Entre as principais mudanças, segundo o chefe de departamento de energias alternativas do banco, Antonio Tovar, está a ampliação do prazo de amortização para Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e usinas movidas a biomassa de 16 anos, para 20 anos.

Térmicas a carvão também tiveram prazo de pagamento alterado de 14 anos, para 16 anos. O aumento do tempo de amortização era um dos principais pleitos dos setores em questão para dar mais competitividade a essas fontes.

Até o fim do ano devem ocorrer mais três leilões, sendo o primeiro marcado para quinta-feira, que vai vender energia para entrar em operação em cinco anos (A-5). A concorrência aceitará empreendimentos térmicos, a biomassa, hidrelétricas (UHEs) e PCHs e marca a volta de usinas a carvão, após três anos da interrupção. Para o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, com as mudanças, projetos de biomassa e de PCHs “vão voltar com força”.

Entre mudanças que vão beneficiar o grupo, segundo Tovar, está a redução do índice de cobertura de 1,6 para 1,2, o que vai permitir alavancagem maior desses projetos. Para usinas a carvão, o banco reduziu, ainda, o spread básico de 1,8% para 0,9%. “Agora todos os projetos de energia vencedores de leilões têm spread de 0,9%”, afirmou Tovar. A taxa de risco de crédito será de 0,4% a 2,87% ao ano, conforme o risco de crédito do cliente. Todas as hidrelétricas terão prazo de amortização de 20 anos..

Segundo o BNDES, as novas condições de financiamento vão contribuir para a modicidade tarifária. “Estamos com expectativa bastante positiva para 2013, com carteira bastante forte. O setor de energia vem tendo bastante atratividade, e o mercado tem bastante interesse em participar”, disse Tovar.

De acordo com informações divulgadas pelo BNDES, os investimentos em geração previstos para os próximos quatro anos superam R$ 100 bilhões, sobretudo em hidrelétrica, eólica e térmica, o que representará demanda substancial por crédito do banco.

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