Depois de um mês de abril de fortes quedas no preço do quilo do suíno vivo o mês de maio terminou com alívio para os produtores.
Preço do suíno vivo sobe em maio e anima produtores

Depois de um mês de abril de fortes quedas no preço do quilo do suíno vivo o mês de maio terminou com alívio para os produtores, com recuperação de 15,5% no preço pago pelo quilo do animal vivo no
mercado de São Paulo. Abril terminou com a cotação média do quilo vivo em R$ 3,12 no mercado paulista, enquanto em maio o preço subiu até o valor médio de R$ 3,63 na última semana do mês, com picos
de R$ 3,70 em algumas localidades. A expectativa no mercado é para novos aumentos na cotação do suíno vivo devido ao frio e à oferta restrita neste meio de ano como reflexo das altas mortalidades
Leia também no Agrimídia:
- •Taiwan recupera status livre de Peste Suína Africana em tempo recorde
- •Suinocultura no Sul: plantel de matrizes cresce no Rio Grande do Sul e indica retomada do setor
- •Carne suína ganha competitividade frente à bovina e atinge melhor nível em quatro anos
- •Suinocultura de MS avança com plano estratégico para impulsionar produção e competitividade
ocorridadas no final do ano passado e no início de 2015.
O primeiro trimestre do ano encerrou com abates pouco superior a 8 milhões de suínos de acordo com o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura
(SIGSIF). O número é superior ao primeiro trimestre de 2014 mas ainda um pouco menor que o primeiro trimestre de 2013, o que reflete um mercado extremamente enxuto no campo da oferta. A mortalidade
de leitões nas primeiras semanas de vida que ocorreram meses atrás contribui para uma oferta ainda mais reduzida neste momento. Somente uma das principais agroindústrias do país calcula que suas
perdas foram superiores a 100 mil leitões, que no computo geral do ano tem pouca alteração, mas é representativo no espaço de dois ou três meses em que estes animais chegariam ao mercado.





















