Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Suinocultores de SC já trabalham no vermelho

Além da queda nos preços no quilo do animal, custo de produção subiu forte com alta do milho.

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Suinocultores de SC já trabalham no vermelho

A cadeia produtiva de suínos vem sofrendo com altos custos de produção e preços em baixa neste inicio de ano. Em Santa Catarina, maior Estado produtor do país, os suinocultores já trabalham no vermelho.

 Entre os principais fatores de aumento nos custos está o preço do milho para a ração animal. O forte volume embarcado em 2015 colaborou para a elevação dos preços no mercado interno, e restringiu a disponibilidade do cereal em algumas regiões.

 De acordo com o presidente da ACCS (Associação dos Catarinense dos Criadores de Suínos),
 Losivanio de Lorenzi, no Estado os produtores relatam dificuldade de adquirir o grão, no entanto “a situação deve melhorar nas próximas semanas, com a entrada da colheita (safra de verão), mas neste momento é desesperado o cenário vivenciado na atividade”, destaca.

 Além do milho, a valorização do farelo, insumos dolarizados e energia elétrica, também geram um custo maior para atividade. Recentemente o Ministério da Agricultura anunciou o leilão de 500 mil toneladas de milho para conter a alta nos preços. De acordo com o edital publicado nesta segunda-feira (25) o cereal será comercializado com Preço de Liberação dos Estoques (PLE) de R$ 17,50 por saca de 60 kg.

 “Quem produz milho hoje precisa entender que se começar a pressionar muito, as indústrias vão começar a parar a produção e irá sobrar cereal lá na frente”, alerta o presidente.
 Segundo ele, nesta semana a bolsa de suínos definiu o preço pago o produtor independente em R$ 3,00/kg, enquanto que os custos giram em torno de R$ 3,70 o quilo. Além disso, de dezembro até o momento a cotação no Estado saiu de R$ 3,70/kg para R$ 3,00/kg no mercado independente, uma perda de 23% em pouco menos de dois meses.

 Lorenzi ressalta que a preocupação é grande, pois com os custos neste valor a produção torna-se praticamente inviabilizada. “Por mais que sejamos competitivos quando comparado a carne bovina, ainda há um mito quanto ao consumo de carne suína que impede o avanço da demanda”, acrescente.

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