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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,62 / kg
Soja - Indicador PRR$ 133,31 / kg
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Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,55 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,23 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,26 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 136,10 / cx
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Frango de Corte

Consumo de ração para frangos registra 16,8 milhões/t no primeiro semestre

Segundo o Sindirações, esse número representa um  avanço de 4,2% se comparado ao mesmo período no ano anterior 

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Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), o Brasil produziu, no primeiro semestre deste ano, um total de 33,3 milhões de toneladas de rações animais, registrando um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período de 2015. O produtor de frangos de corte demandou 16,8 milhões de toneladas de rações de janeiro a junho, um avanço de 4,2%, em resposta ao alojamento de pintainhos, que crescia 4,7% até maio, e à vigorosa exportação de carne de frango, favorecida pelo câmbio e novas oportunidades globais.

 O pequeno alívio no custo de produção e a revalorização do Real, combinados à fragilidade do consumo doméstico, devem desestimular a intenção de alojamento, reduzir a produção de carne e consequentemente a demanda de ração durante o segundo semestre.

 Apesar do avanço, a avaliação do Sindirações é que a demanda por rações deve arrefecer no segundo semestre, principalmente por conta da redução do ritmo das cadeias produtivas de aves e suínos, prejudicadas pelo alto custo dos insumos utilizados na produção e pelo apertado orçamento que limita a capacidade de compra do consumidor doméstico.

A escalada do preço do milho, somada à subida do farelo de soja (notadamente no segundo trimestre), desmotivou a engorda de bois e a alimentação preparada do rebanho leiteiro, muito embora os produtores de aves e suínos tenham continuado a apostar no alívio do custo desses principais insumos até o final do primeiro semestre.

Poedeiras

A produção de rações para galinhas de postura, por sua vez, somou 2,6 milhões de toneladas e avançou 2%, em resposta às oportunidades de exportação e campanhas de incentivo ao consumo doméstico de ovos, embora o alojamento das pintainhas já tenha sofrido redução durante o segundo trimestre, devido ao custo ainda elevado dos insumos para produção e da crise econômica que desafia o orçamento familiar dos brasileiros.

Suínos

A forte recuperação das exportações de carne suína e a maior procura do consumidor doméstico em virtude do alto preço da carne bovina potencializaram os abates. Em contrapartida, a pressão do custo da alimentação à base de milho e farelo de soja conduziu à terminação de animais mais leves e culminou na produção de 7,9 milhões de toneladas de ração durante o primeiro semestre. Embora as festas de fim de ano tendam a estimular o consumo de carne suína, o persistente alto custo da alimentação animal e a consistente redução do poder de compra do consumidor local podem inibir os abates e a oferta de carne suína, resultando em menor produção de rações durante o segundo semestre.

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