Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Exportação

Balança comercial: vendas de carne suína crescem 10,3%

Balança comercial tem superávit recorde de US$ 36,2 bi. Com relação à exportação de produtos básicos, houve diminuição de receita da carne de frango (-4,6%)

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Balança comercial: vendas de carne suína crescem 10,3%

A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 3,8 bilhões em setembro. É o melhor resultado para esse mês desde 2006. No ano, a balança acumula saldo positivo de US$ 36,2 bilhões, maior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1989. Com relação à exportação de produtos básicos, houve diminuição de receita da carne de frango (-4,6%), soja em grão (-4,4%) e carne bovina (-2,8%). Por outro lado, cresceram as vendas de milho em grão (+42,3%), algodão em bruto (+19,6%) e carne suína (+10,3%).

A expectativa do governo é que a balança encerre 2016 com superávit entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões. Caso se confirme, pode haver recorde em relação ao melhor saldo anual já registrado, em 2006, quando a balança fechou positiva em US$ 46,4 bilhões.

Os dados foram divulgados hoje (03/10) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O resultado positivo de setembro derivou de US$ 15,79 bilhões em exportações e US$ 11,987 bilhões em importações.

As vendas externas caíram 2,2% sobre setembro de 2015, mas subiram 1,8% em relação a agosto deste ano, segundo o critério da média diária, que mede o valor negociado por dia útil.

Do lado das compras do Brasil no exterior, houve queda de 9,2% no volume diário negociado na comparação com setembro de 2015. As importações cresceram 2,2% em relação a agosto de 2016.

No ano, o Brasil exportou US$ 139,4 bilhões, ou 4,6% menos que em igual período de 2015. De janeiro a setembro, o país importou US$ 103,2 bilhões, o que representa 23,9% menos do que nos nove primeiros meses do ano passado.

Nas importações, as principais quedas foram nas compras de combustíveis e lubrificantes (-43,7%), bens de consumo (-24,5%), bens de capital (-22,2%) e bens intermediários (-20,1%).

Principais destinos

No acumulado no ano, os principais países de origem das importações brasileiras foram, pela ordem: Estados Unidos (US$ 17,7 bilhões), China (US$ 17,5 bilhões), Alemanha (US$ 7 bilhões), Argentina (US$ 6,6 bilhões) e Coreia do Sul (US$ 4,4 bilhões).

Já os principais destinos das vendas brasileiras foram: China (US$ 30,0 bilhões), Estados Unidos (US$ 17,1 bilhões), Argentina (US$ 9,9 bilhões), Países Baixos (US$ 7,9 bilhões) e Alemanha (US$ 3,6 bilhões).

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