Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Grãos

Abertura do setor agrícola ao capital estrangeiro fortalecerá a produção brasileira de grãos

Roberto Brant, do Instituto CNA, disse no seminário “Agro em Questão – Alimentos Saudáveis”, que país será decisivo para segurança alimentar mundial

Abertura do setor agrícola ao capital estrangeiro fortalecerá a produção brasileira de grãos

Para fortalecer a posição brasileira na produção de alimentos e ajudar no abastecimento de mais de nove bilhões de pessoas até 2050, será necessário que o “país se transforme realmente numa agricultura capitalista, sem restrição ao investimento estrangeiro no setor”.

Foi o que afirmou o presidente do Instituto CNA (ICNA), Roberto Brant, no encerramento do seminário “Agro em Questão – Alimentos Saudáveis”, realizado na última terça (1), na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Em sua exposição, Brant alertou que o “mundo é muito desigual quando a questão é segurança alimentar”. Existem atualmente mais de 800 milhões de pessoas subnutridas, localizadas principalmente na África Ocidental e em várias regiões da Ásia. “O desafio é colossal”, avaliou o presidente do ICNA.

Outro participante do debate, no painel “Desafios do Brasil à segurança alimentar”, foi o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. Segundo ele, o Brasil possui as condições básicas para responder ao desafio proposto pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) de ampliar a produção e atender à demanda mundial por alimentos no futuro.

Na avaliação de Rodrigues, algumas questões estratégicas precisam ser resolvidas com urgência, como o custo Brasil, a logística e as taxas de juros agrícolas, as mais elevadas do mundo. O ex-ministro defende, ainda, prioridade para o seguro rural que, no modelo atual, atende menos de 15% dos produtores.

Outro ponto levantado por Rodrigues foi a busca brasileira por mais acordos comerciais. Depois de dizer que boa parte do comércio mundial é feito por meio de acordos bilaterais, ele concluiu: “O Brasil, infelizmente, não possui nenhum acordo bilateral relevante, sem contar o fato de o Mercosul ser um tango mal dançado”.

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