Professora da UEL, Elisa Yoko Hirooka, levou ao Painel de Análise de Micotoxinas da 30ª Reunião do CBNA os métodos de referência, rápidos e futuros para a análise de micotoxinas no país
Métodos de referência rápidos e futuros para análise de micotoxinas

Professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Elisa Yoko Hirooka, levou ao Painel de Análise de Micotoxinas da 30ª Reunião do CBNA os métodos de referência, rápidos e futuros para a análise de micotoxinas no país.
A professora explicou que classicamente o método químico é o mais utilizado. “ Mas, se dependesse apenas desse método, que é mais caro, não vamos conseguir fazer monitoramento em massa”, avalia. “Então avançamos para métodos rápidos e, de praxe, vem método imunoquímico. Só que nós dependemos de importação que não sai barato e partimos, por exemplo, para produção desse reagente em colaboração com o Japão, assim reduzimos o custo em torno de 160 vezes, conseguimos massificar a análise e isso é muito importante se um país visa exportação no agronegócio e agregação de valores”, diz. Assista a entrevista na íntegra:
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