ABPA afirmou que no trabalho do Mapa para o pleno e rápido esclarecimento
Produção de carne suína embarcada não utiliza ractopamina, garante ABPA

Em nota à imprensa divulgada nesta segunda-feira (20/11) sobre o embargo da Rússia a carne suína brasileira, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) afirmou que no trabalho do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), sob a liderança do Ministro Blairo Maggi, para o pleno e rápido esclarecimento, retomando em breve os embarques. A entidade também pontuou que a carne suína embarcada não utiliza ractopamina.
A associação esclareceu ainda que recebe com preocupação a decisão do Serviço Federal Sanitário e Fitossanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor) sobre a suspensão da importação de carne suína nacional.
A ABPA ainda ressaltou que as agroindústrias associadas à entidade respeitam a legislação sanitária da Rússia e dos demais mercados com os mesmos critérios, e subsidiarão o MAPA com as informações dos pontos que se façam necessários. “O setor está seguro sobre as características de seu produto, e garante que a produção de carne suína embarcada não utiliza ractopamina”, pontua.
Leia também no Agrimídia:
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Preços de suínos caem no Reino Unido com avanço da produção e pressão nos custos
- •Produção suína na Alemanha cobra €200 milhões por ano para cumprir novas regras de bem-estar animal
- •Brasil veta uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal
“A suinocultura brasileira trabalha seguindo os princípios de qualidade e sanitários exigidos pelos diversos países, como é o caso da Rússia e os mais de 70 mercados importadores do produto do Brasil”, enfatizou em nota.





















