Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
Destaque Todas Páginas
Nova Economia

Entenda o que é a bioeconomia, que pode impulsionar o agro brasileiro

Modelo se diferencia em dois aspectos: preocupação com a sustentabilidade e a economia circular

Entenda o que é a bioeconomia, que pode impulsionar o agro brasileiro

Agronegócio

Por Anderson Oliveira

Um modelo de produção sustentável e que agrega inovação e meio ambiente. A bioeconomia ainda está em construção, mas já é capaz de trazer impactos importantes na economia. Uma estimativa do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aponta que, em 2016, o segmento foi capaz de gerar mais de US$ 326,1 bilhões em receitas. Desse montante, cerca de US$ 40,2 bilhões foram exportados. Mais da metade desse valor vem da agropecuária. Os dados são trazidos por Laura Barcellos Antoniazzi, pesquisadora e sócia da consultoria Agroicone.

A ideia em todo o mundo é ampliar a participação da bioeconomia na economia geral. De acordo com o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), alguns países estão direcionando suas ações nesta área para as estratégias de substituições de recursos fósseis e não renováveis. No Brasil, segundo ele, quando se fala de bioeconomia, a melhor definição no momento é o uso sustentável da biodiversidade para geração de renda.

Existem no Brasil cerca de quatro milhões de estabelecimentos familiares, segundo o Censo Agropecuário 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e todos eles se utilizam, de alguma maneira, dos recursos da biodiversidade como negócio ou subsistência. “O açaí, por exemplo, consumido abundantemente no Brasil e exportado para vários países do mundo, é um produto da nossa biodiversidade, como também são os óleos essenciais da Amazônia, o cacau, as castanhas brasileiras, o pinhão, a erva-mate e outros”, conta Schwanke.

Laura Antoniazzi aponta que existem muitos setores dentro da bioeconomia, e grande parte deles está relacionado à agricultura, florestas ou agroextrativismo em diferentes vegetações e regiões. “Porém, bioeconomia também abrange biotecnologia, biofábricas de fungos e bactérias, tratamento de resíduos, design e construção com mimetismo, e muitos outros que não são ligados diretamente a usos da terra”, diz. Afirma ela que todas as indústrias e negócios de base biológica podem ser consideradas bioeconomia. “Dentro da bioeconomia ligada ao agro e vegetação nativa, eu destacaria frutos e castanhas nativas, como açaí e castanha-do-Brasil na Amazônia. No entanto, ainda se agrega pouco valor a esses produtos e o potencial é enorme”, avalia.

Continue lendo gratuitamente na revista digital…

SI2020

Assuntos Relacionados
agronegócioBrasil
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329