Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,07 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,58 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,56 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,17 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,05 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 171,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 190,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 193,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,44 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.296,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.167,80 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 191,91 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 162,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 162,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 178,54 / cx
ECONOMIA

OCDE avalia os prejuízos no crescimento do Brasil devido mudanças climáticas

Eventos extremos custam 1,3% do PIB a cada ano

Compartilhar essa notícia
OCDE avalia os prejuízos no crescimento do Brasil devido mudanças climáticas

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) informou nesta segunda-feira (18) que os eventos extremos causados pela mudança climática estão prejudicando a infraestrutura brasileira e comprometendo o crescimento do país. No relatório bianual “Estudos Econômicos da OCDE: Brasil,” a organização sugere a implementação de planejamento nas obras públicas, a adoção de novas políticas urbanas e o cumprimento mais amplo do Código Florestal.

A OCDE destaca que a infraestrutura pública do Brasil é especialmente vulnerável a choques climáticos em meio a uma rápida, não planejada e descontrolada urbanização. A organização alerta que tanto as secas quanto as enchentes causam danos à infraestrutura brasileira.

O relatório ressalta que secas frequentes e aumento das temperaturas representam desafios para o fornecimento de energia, especialmente proveniente de fontes hidrelétricas. Em relação às chuvas, a OCDE destaca que deslizamentos e enchentes causam prejuízos às cidades e ao transporte. O documento destaca que as enchentes compõem 65% dos riscos naturais no Brasil, sendo responsáveis por 74% das mortes relacionadas a desastres naturais entre 1991 e 2010.

Citando um estudo do Banco Mundial de 2021, a OCDE aponta que a mudança climática custa 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) anualmente para as empresas do país. O relatório destaca que 55% dos prejuízos afetam as infraestruturas de transporte, 44% o fornecimento de energia e 2% o abastecimento de água. A queda no nível dos reservatórios das hidrelétricas entre 2013 e 2021 ameaçou o fornecimento de energia em um país onde dois terços da matriz energética estão associados às hidrelétricas.

O relatório fornece recomendações ao Brasil para enfrentar as mudanças climáticas, incluindo a melhoria do planejamento, financiamento e entrega de empreendimentos de infraestrutura com considerações para a resiliência climática. A OCDE destaca a necessidade de apoio legislativo, orçamentário e claras responsabilizações que considerem eventos climáticos extremos.

A organização também pede revisões das políticas urbanas para evitar novas construções em áreas de risco e reduzir o impacto das mudanças climáticas. Além disso, destaca a importância de elaborar diretrizes para apoiar as prefeituras na identificação de riscos climáticos e sua integração ao planejamento fundiário.

A OCDE recomenda mais investimentos em transporte coletivo para reduzir a vulnerabilidade da infraestrutura desse setor. Em uma perspectiva mais ampla, a organização pede o desenvolvimento do mercado de carbono, melhorando os mecanismos de precificação das emissões de gás carbônico, como forma de reduzir a emissão. Também destaca a necessidade de reforçar o cumprimento da legislação contra o desmatamento.

A OCDE estima que os investimentos para adaptar a infraestrutura às mudanças climáticas custam, em média, 0,8% do PIB por ano entre 2022 e 2030, variando conforme o tipo de infraestrutura. O relatório ressalta que esse custo seria compensado pela diminuição dos prejuízos e pelo retorno econômico, citando estimativas do Banco Mundial.

Fonte: Agência Brasil

Assuntos Relacionados
agronegócioboletimAIClimaeconomia
Mais lidas

Atualizando dados.

Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,07
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 120,94
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 126,58
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,56
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,17
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,05
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 5,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,77
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,84
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,38
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 171,06
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 190,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 193,96
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 164,00
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 187,44
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,29
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.296,92
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.167,80
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 191,91
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 162,33
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 162,56
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 178,54
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341