Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Exportação

Brasil atinge 90% da cota chinesa de carne bovina e frigoríficos reduzem embarques 

Aproximação do limite tarifário força reprogramação logística no momento em que Pequim já reduz compras e pressiona a receita do complexo exportador em julho

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Brasil atinge 90% da cota chinesa de carne bovina e frigoríficos reduzem embarques 

O Brasil atingiu 90% da cota anual chinesa de carne bovina em 2026, obrigando frigoríficos a ajustar o ritmo operacional para evitar ultrapassar o limite tarifário do acordo bilateral. A informação, divulgada nesta quarta-feira (12) pelo Canal Rural, chega no momento em que as exportações totais brasileiras desaceleraram em julho, após o complexo bovino registrar o melhor primeiro semestre da história.

O volume embarcado até agora sinaliza demanda chinesa consistente ao longo do ano, mas o ritmo terá de ser calibrado no segundo semestre. Segundo dados de CEPEA/Secex publicados nesta semana, os embarques caíram em julho influenciados principalmente pela redução de compras da China, ainda o maior comprador individual da proteína brasileira. No mercado interno, pecuaristas buscam patamares acima de R$ 350 por arroba com oferta restrita e escalas mais curtas — movimento que limita a queda de receita, mas comprime a margem industrial do elo frigorífico.

A aproximação do teto tarifário reabre a discussão sobre renegociação de quotas com Pequim nos próximos ciclos e adiciona peso à estratégia de diversificação de destinos. A CNN Agro informou que o Brasil está autorizado a exportar até 96 mil toneladas de carne às Filipinas em 2026, mercado relevante no sudeste asiático em contexto de volatilidade da demanda global. Do lado suíno, o CEPEA registrou queda nos embarques entre junho e julho, também puxada pelo menor apetite asiático — sobretudo das próprias Filipinas, hoje o maior destino da carne suína brasileira.

Da Redação

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