Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Registro Genealógico

O registro genealógico de suínos realizado no Brasil em 1999 é 2% superior ao apurado no ano anterior.

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Redação SI(142-2000) – O desempenho do registro genealógico sem dúvida alcançou um resultado positivo frente às crises econômicas enfrentadas pelos produtores em 1999. De acordo com o superintendente do Serviço de Registro Genealógico de Suínos (SRGS), Valmir Costa da Rosa, foram efetivados no último ano 55.270 registros de suínos puros de origem, e 79.705 de suínos cruzados. O crescimento dos registros de suínos cruzados, conforme já previa a entidade, chegou a 40% de diferença sobre os números de registros de animais puros. Nos últimos quatro anos houve um crescimento médio de 23,22% do suíno cruzado (F1) sobre o puro de origem (PO). O que vem confirmar a preferência do mercado para este tipo de suíno, diz.

O superintendente conta que em 1999 praticamente não houve entrada de nenhuma nova empresa genética no País. O que se tem verificado, segundo ele, é a mudança de direção nos investimentos da suinocultura para a Região Centro-Oeste. As diferenças técnicas entre as diferentes empresas que fornecem material genético também ficaram bem menores nesses últimos anos. Com isto os avanços genéticos ocorreram com maior freqüência, comenta Valmir. Quem saiu ganhando foi o suinocultor e o consumidor brasileiro.

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