Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Castração suína pode ser abolida

A carne suína de um macho não castrado emite odores fortes. Estudo quer indentificar gene que produz o cheiro para resolver o problema.

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Castração suína pode ser abolida

Cientistas da Faculdade de Ciências Agrárias – Universidade de Aarhus, na Dinamarca, estão investigando um método que evita a castração de leitões com o uso da genética. A castração dos leitões deve ser  feita, pois a carne suína proveniente do animal não castrado emite odores muito fortes quando cozida, desestimulando seu consumo.

Sabe-se que a castratação não é agradável ao animal. Além disso, ter que castrar um plantel suíno inteiro significa mais trabalho para o produtor. Logo, se um método “genético” puder evitar o procedimento, este irá beneficiar a cadeia toda.

Genes do cheiro- Existe uma grande variação no odor do macho entre os animais. Segundo os cientistas dinamarqueses, há uma área na estrutura genética dos suínos que está envolvida com seu odor. O odor na carne de porco ocorre devido ao acúmulo dos compostos escatol e androstenona no tecido adiposo. Este processo é controlado por determinados genes. Por isso, os cientistas querem investigar com precisão quais genes estão envolvidos e como eles regulam o processo de formação do odor.

Uma ferramenta de diagnóstico pode ser desenvolvida para descobrir o risco de desenvolvimento de odor do macho. Além disso, métodos de melhoramento genético poderiam ser desenvolvidos para evitar o problema. As informações são do site Pig Progress.

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