Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Camponeses protestam contra importações de soja da América Latina

Os camponeses verdes austríacos protestaram hoje, por ocasião da Cúpula UE-América Latina e Caribe em Viena, contra as exportações latino-americanas de soja à Europa.

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Redação (11/05/06) – Segundo a porta-voz de Agricultura do Partido Verde, Johanna Gerhalter, “as vacas da Europa pastam na América Latina, enquanto a população de lá sofre de fome e inanição, já que boa parte da ração para vacas e porcos consumida na Europa foi produzida na América Latina”.

Por ocasião de uma cúpula alternativa à oficial, os camponeses “verdes” destacaram a responsabilidade da agricultura européia frente à latino-americana.

Graças às importações de forragem, a agricultura européia está em condições de aumentar a engorda dos animais e a produção de leite produzindo a preços de “dumping”, explicaram em comunicado.

Os cultivos de soja na América Latina levam a uma miséria inconcebível e à devastação ecológica, afirma a associação dos camponeses “verdes”, já que por este motivo todos os anos são destruídos 2 milhões de hectares de floresta.

Assim, o cerrado brasileiro é sistematicamente devastado pelas monoculturas de soja e, com, isso se retira da população indígena sua base econômica, afirma Gerhalter em comunicado.

A nota acrescenta que a química e as plantações em grande escala contaminam a água potável e, em conseqüência, os peixes morrem nos lagos e rios, enquanto o uso em massa de produtos químicos danifica a saúde dos trabalhadores.

Além disso, a soja, como produto de exportação mais importante do mundo, desempenha um papel-chave na propagação de tecnologias de manipulação genética.

Segundo os “verdes”, 99% da soja cultivada na Argentina foi submetida a manipulação genética, enquanto o Brasil suspendeu em 2005 uma lei que a proibia, o que levou a mudanças genéticas em 8% da colheita de soja brasileira.

 

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