Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Pioneer reforça aposta em transgênicos

Pionner reforça suas apostas nos trangênicos e na área de soja onde detém 8% de market share.

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Redação (26/10/06) – A Pioneer, divisão de sementes do grupo americano DuPont que lidera o segmento de cultivares para milho no Brasil, com 33% de participação de mercado, está reforçando as suas apostas nos transgênicos e na área de soja, onde detém 8% de market share.

Neste ano, a empresa investiu aproximadamente US$ 20 milhões em novas unidades para dobrar sua capacidade de produção e se preparar para o lançamento de variedades geneticamente modificadas nos dois segmentos. “Não tenho a menor dúvida que os transgênicos vão trazer um enorme valor agregado para os produtores e para a nossa agricultura de modo geral”, diz Roberto de Rissi, diretor-executivo da Pioneer Brasil.

Hoje os investimentos da empresa estão concentrados no desenvolvimento de marcadores moleculares que permitam identificar características da genética de cada variedade e, a partir daí, desenvolver sementes transgênicas adaptadas às condições de clima e solo de cada região.

A Pioneer iniciou sua atuação no Brasil em 1970, por meio de uma parceria com a Proagro – Comércio e Indústria Pró-Pecuária Ltda., do Grupo Gomes Filho, de Bagé (RS), com a produção de milho. Conforme Rissi, as vendas da empresa neste segmento crescem, em média, 20% ao ano.

No segmento de soja, onde atua desde 1999, a companhia pretende repetir esse crescimento. E, para isso, aposta na biotecnologia.

Na temporada 2005/06, a Pioneer vendeu sua primeira safra de sementes transgênicas de soja. No ano passado, instalou uma unidade em Planaltina (DF), com capacidade para beneficiar 2 milhões de sacas de 40 quilos por ano. Em 2006, investiu parte dos US$ 20 milhões na construção de uma unidade de pesquisas em Passo Fundo (RS). “As vendas nessa área foram dentro das expectativas. Nossa meta é crescer pelo menos 20% na safra 2006/07”, afirma Rissi.

Ele acredita que o índice de adoção das sementes transgênicas no Brasil deverá avançar rapidamente. Conforme a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), o uso de sementes transgênicas de soja devem alcançar 60% da área estimada para a cultura no ciclo 2006/07.

A Pioneer também se prepara para ofertar sementes geneticamente modificadas de milho. A empresa desenvolveu variedades de milho resistentes à lagartas, com a tecnologia MON 810 (Bt), desenvolvida pela multinacional americana Monsanto e que está na fila de processos para aprovação comercial pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). “Uma vez liberado o milho OGM, a DuPont está preparada para entrar neste segmento”, afirma Rissi.

A empresa desenvolve, no momento, estudos com germoplasma que confere resistência a insetos e fungos (Bt), licenciado pela Dow Agrosciences. Neste ano, a empresa também investiu em uma unidade para produção de milho em Formosa (GO).

Ao todo, a Pioneer conta com seis unidades de pesquisa em milho no Brasil – no Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Distrito Federal, Maranhão e Mato Grosso – e outras duas em soja – Distrito Federal e Mato Grosso. O grupo também mantém cinco fábricas: em Santa Rosa (RS), Santa Cruz do Sul (RS), Itumbiara (GO), Formosa (GO) e Planaltina (DF).

Ao todo, a Pioneer informa que fez aportes de cerca de US$ 50 milhões no país nos últimos cinco anos e, graças a estes investimentos, dobrou a sua capacidade produtiva. “Mesmo nos anos de crise, conseguimos manter uma média de crescimento de 20% ao ano”, comemora. Segundo Rissi, a Pioneer também estuda investir no desenvolvimento de sementes transgênicas para outras lavouras. A empresa estuda ainda abrir um novo centro de pesquisas de sementes em 2007.

 

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