Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Banco genético da Embrapa possui 100 mil amostras de sementes

O banco genético da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia alcançou o número 100 mil de amostras sementes de quase 500 espécies vegetais diferentes, o sexto maior do mundo, empatado com o Canadá.

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Redação (27/11/06) – O resultado foi apresentado neste sábado na Feira Botânica de Brasília, em comemoração aos 32 anos da unidade, completados na última quarta-feira (22). A unidade é uma das 40 da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

No banco genético há sementes de soja, arroz, trigo e milho. Elas estão conservadas em câmaras frias a 20C abaixo de zero. Um dos beneficiados pelo banco genético da Embrapa são os índios Krahô, do Tocantins. Em 1995, eles procuraram a unidade em busca de sementes primitivas como milho, que não possuíam mais. Depois da iniciativa, outras etnias também buscaram a Embrapa, como os guarani e algumas do Xingu.

De acordo com o chefe-geral da unidade da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, José Manoel Cabral, o banco genético não conserva sementes apenas para devolver à população, trabalha com o material para melhorar sua qualidade. “A idéia não é só material para devolver. É apresentar características, fazer estudos, gens de interesse para o desenvolvimento de novos materiais genéticos que tenham características de interesse como resistência a doença, resistência ao frio, adaptação a diversas regiões do Brasil”, explicou.

Durante a feira foi lançado o livro “Animais do Descobrimento”, do pesquisador Arthur Mariante, e da historiadora Neusa Cavalcante. A publicação apresenta animais, como bois e cavalos, que chegaram ao país na época do descobrimento e se desenvolveram formando raças locais ou naturalizadas. Segundo Mariante, uma das idéias é estudar a característica de adaptação para que ela possa ser utilizada em raças comerciais.

“Você pegar, por exemplo, a característica de extrema adaptação do cavalo pantaneiro, na região no Pantanal, e passar essa característica para raças comerciais que não se adaptam àquelas condições, seria um trabalho muito bom. A perspectiva é que a gente tenha um banco de semens e embriões e tentar levar essas características de adaptação
para animais futuros”, explicou.

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